icons.title signature.placeholder Marcello Vieira
icons.title signature.placeholder Marcello Vieira
25/07/2013
09:03

O Fluminense era cobrado na última temporada por praticar um futebol pouco vistoso. Priorizando a defesa e sempre cirúrgico no ataque, o Tricolor foi campeão brasileiro sem encher os olhos de ninguém, mas com três rodadas de antecedência. Neste ano, o quadro tem sido o extremo oposto. O time joga bem, mas acaba perdendo. No Brasileirão, foram oito jogos e cinco derrotas. O meia Wágner analisou o cenário.

- Ano passado a gente se comprometia na marcação de forma impressionante, os 11 compactavam e ninguém entrava. Não goleava, mas vencia por 2 a 1. Era o suficiente. Fazia o gol, mas a preocupação era não tomar. Esse ano mudou, estamos jogando melhor, com mais posse, criando mais oportunidades de gol, arriscando e deixando a zaga um pouco desguarnecida. Acredito que temos que mudar isso. A marcação tem que começar lá na frente. Se dificultar a saída de bola do adversário, não estoura lá atrás e não vamos tomar gols bobos.

LEIA MAIS
>Consórcio justifica esvaziamento na área central do Maracanã no clássico
>Torcida do Flu se revolta com 'Show das Poderosas' no Maracanã
>Torcedor do Botafogo é detido na porta do Maracanã por tumulto
>Bruno tem estiramento na coxa direita e Wellington Silva deve ser titular
>Jornais espanhóis noticiam interesse do Valencia por Fred

Além dos fatores citados, Wágner também acredita que diferentemente de 2012, quando as bolas que passavam por Diego Cavalieri paravam na trave, tem faltado sorte ao Flu.

-  Falta sorte, sim. Para tudo na vida precisa primeiramente trabalho e contar com a sorte. Posso citar o exemplo do Náutico, que vencemos ano passado. Foi bola na trave, defesas do Diego, quase um milagre. Fomos lá uma vez e fizemos. A tônica era essa. Agora está um pouco difícil. Movimentamos bem, tocamos bem, mas o goleiro faz milagre, a bola sai, bate na trave. Cabe a gente ter tranquilidade para superar essa fase complicada. Os adversários entram atentos, querem sempre vencer o campeão. Pelo que fizemos ano passado, os times jogam com mais vontade ainda. Uma hora a sorte vai mudar e a bola vai entrar em nosso favor.

O Fluminense volta a campo no próximo domingo, às 16h, na Arena do Grêmio. Na 14ª posição do certame, com nove pontos, o Tricolor precisa vencer para mostrar que ainda pode ser competitivo como foi no passado recente.

O Fluminense era cobrado na última temporada por praticar um futebol pouco vistoso. Priorizando a defesa e sempre cirúrgico no ataque, o Tricolor foi campeão brasileiro sem encher os olhos de ninguém, mas com três rodadas de antecedência. Neste ano, o quadro tem sido o extremo oposto. O time joga bem, mas acaba perdendo. No Brasileirão, foram oito jogos e cinco derrotas. O meia Wágner analisou o cenário.

- Ano passado a gente se comprometia na marcação de forma impressionante, os 11 compactavam e ninguém entrava. Não goleava, mas vencia por 2 a 1. Era o suficiente. Fazia o gol, mas a preocupação era não tomar. Esse ano mudou, estamos jogando melhor, com mais posse, criando mais oportunidades de gol, arriscando e deixando a zaga um pouco desguarnecida. Acredito que temos que mudar isso. A marcação tem que começar lá na frente. Se dificultar a saída de bola do adversário, não estoura lá atrás e não vamos tomar gols bobos.

LEIA MAIS
>Consórcio justifica esvaziamento na área central do Maracanã no clássico
>Torcida do Flu se revolta com 'Show das Poderosas' no Maracanã
>Torcedor do Botafogo é detido na porta do Maracanã por tumulto
>Bruno tem estiramento na coxa direita e Wellington Silva deve ser titular
>Jornais espanhóis noticiam interesse do Valencia por Fred

Além dos fatores citados, Wágner também acredita que diferentemente de 2012, quando as bolas que passavam por Diego Cavalieri paravam na trave, tem faltado sorte ao Flu.

-  Falta sorte, sim. Para tudo na vida precisa primeiramente trabalho e contar com a sorte. Posso citar o exemplo do Náutico, que vencemos ano passado. Foi bola na trave, defesas do Diego, quase um milagre. Fomos lá uma vez e fizemos. A tônica era essa. Agora está um pouco difícil. Movimentamos bem, tocamos bem, mas o goleiro faz milagre, a bola sai, bate na trave. Cabe a gente ter tranquilidade para superar essa fase complicada. Os adversários entram atentos, querem sempre vencer o campeão. Pelo que fizemos ano passado, os times jogam com mais vontade ainda. Uma hora a sorte vai mudar e a bola vai entrar em nosso favor.

O Fluminense volta a campo no próximo domingo, às 16h, na Arena do Grêmio. Na 14ª posição do certame, com nove pontos, o Tricolor precisa vencer para mostrar que ainda pode ser competitivo como foi no passado recente.