icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro e Thiago Fernandes
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24/07/2013
20:27

Ir ao Mineirão para acompanhar a final da Copa Libertadores entre Atlético-MG e Olimpia (PAR) foi apenas um sonho para muitos torcedores do clube mineiro. O rápido esgotamento dos ingressos fez com que Diego de Souza Lemos, de 25 anos, encontrasse outro meio para acompanhar o clube do coração na inédita decisão continental. O promotor trabalhará no Gigante da Pampulha como ajudante dos torcedores que desembolsaram entre R$ 100 e R$ 500 para assistir à partida.

Em conversa com a equipe do LANCE!Net, Diego explica que negociava com um cambista para comprar um tíquete superfaturado quando foi chamado para ser voluntário no principal palco do futebol mineiro.

– Estava comprando um ingresso com um cambista quando o pessoal me chamou para trabalhar no jogo. Não pensei duas vezes – disse.

E MAIS:
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O trabalho impede que o atleticano assista ao jogo com a camisa do clube do coração. Ele, porém, encontrou uma maneira de levar o uniforme ao Gigante da Pampulha.

– Não posso assistir com a camisa do Galo, mas ela está aqui para eu usar depois do jogo. A gente sempre dá um jeito. Se Deus quiser, vamos sair com o título – desejou.

Esta não é a primeira vez que Diego de Souza trabalha como voluntário em partidas disputadas no Mineirão. No início do ano, na reinauguração do estádio, ele desempenhou a mesma função.

Ir ao Mineirão para acompanhar a final da Copa Libertadores entre Atlético-MG e Olimpia (PAR) foi apenas um sonho para muitos torcedores do clube mineiro. O rápido esgotamento dos ingressos fez com que Diego de Souza Lemos, de 25 anos, encontrasse outro meio para acompanhar o clube do coração na inédita decisão continental. O promotor trabalhará no Gigante da Pampulha como ajudante dos torcedores que desembolsaram entre R$ 100 e R$ 500 para assistir à partida.

Em conversa com a equipe do LANCE!Net, Diego explica que negociava com um cambista para comprar um tíquete superfaturado quando foi chamado para ser voluntário no principal palco do futebol mineiro.

– Estava comprando um ingresso com um cambista quando o pessoal me chamou para trabalhar no jogo. Não pensei duas vezes – disse.

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– Não posso assistir com a camisa do Galo, mas ela está aqui para eu usar depois do jogo. A gente sempre dá um jeito. Se Deus quiser, vamos sair com o título – desejou.

Esta não é a primeira vez que Diego de Souza trabalha como voluntário em partidas disputadas no Mineirão. No início do ano, na reinauguração do estádio, ele desempenhou a mesma função.