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21/07/2013
15:27

Em boa fase e um dos destaques do líder Palmeiras na Série B, Valdivia carrega consigo histórico de muitas lesões. Por isso, frequentemente tem de responder sobre os recorrentes problemas físicos que já o atrapalharam no Verdão. Mas o que incomoda o meia é o rótulo de "chinelinho", utilizado quando um atleta simula contusões para não atuar.

- Isso pode descartar. Isso machuca. Eu gosto da minha profissão. Além de ganhar (dinheiro) pelo o que eu faço, eu gosto. Então, quando você não está fazendo aquilo que você gosta, você não está feliz - declarou em entrevista ao programa Esporte Espetacular, da TV Globo.

O camisa 10 voltou a atuar no início de julho depois de quase quatro meses com um problema na coxa direita. Neste período, a torcida organizada Mancha Alviverde, com quem ele se envolveu em confusão em março, criou o "chinelômetro do Valdivia" - um site que contabilizou o tempo em que Valdivia ficou afastado do time por causa da lesão.

- A minha dívida é não jogar tudo o que eu queria jogar, todos os jogos. O primeiro a fazer cobrança sou eu. Acho que as pessoas pensam que o jogador gosta de ficar no DM (departamento médico). Acho que as pessoas acham que o jogador pede para os médicos falarem para os outros que ele está machucado. Quando você está machucado, você vai todo dia ao CT, chega 9h e vai embora 19h. Dá muito mais trabalho. Você tem que se tratar sábado, domingo, quando os outros estão de folga.

Desde que voltou ao time do Palmeiras, o chileno teve boas exibições nas vitórias sobre Oeste, ABC e, neste último sábado, ainda garantiu a vitória por 3 a 2 diante do Figueirense ao marcar um gol nos minutos finais. A entrevista para a TV Globo foi gravada antes de ele marcar seu primeiro gol depois de seis meses em branco, mas ele já desejava ser mais decisivo a favor do Verdão.

- Eu sinto que devo jogar mais e quero jogar mais para ser esse cara que todo mundo fala.

Em boa fase e um dos destaques do líder Palmeiras na Série B, Valdivia carrega consigo histórico de muitas lesões. Por isso, frequentemente tem de responder sobre os recorrentes problemas físicos que já o atrapalharam no Verdão. Mas o que incomoda o meia é o rótulo de "chinelinho", utilizado quando um atleta simula contusões para não atuar.

- Isso pode descartar. Isso machuca. Eu gosto da minha profissão. Além de ganhar (dinheiro) pelo o que eu faço, eu gosto. Então, quando você não está fazendo aquilo que você gosta, você não está feliz - declarou em entrevista ao programa Esporte Espetacular, da TV Globo.

O camisa 10 voltou a atuar no início de julho depois de quase quatro meses com um problema na coxa direita. Neste período, a torcida organizada Mancha Alviverde, com quem ele se envolveu em confusão em março, criou o "chinelômetro do Valdivia" - um site que contabilizou o tempo em que Valdivia ficou afastado do time por causa da lesão.

- A minha dívida é não jogar tudo o que eu queria jogar, todos os jogos. O primeiro a fazer cobrança sou eu. Acho que as pessoas pensam que o jogador gosta de ficar no DM (departamento médico). Acho que as pessoas acham que o jogador pede para os médicos falarem para os outros que ele está machucado. Quando você está machucado, você vai todo dia ao CT, chega 9h e vai embora 19h. Dá muito mais trabalho. Você tem que se tratar sábado, domingo, quando os outros estão de folga.

Desde que voltou ao time do Palmeiras, o chileno teve boas exibições nas vitórias sobre Oeste, ABC e, neste último sábado, ainda garantiu a vitória por 3 a 2 diante do Figueirense ao marcar um gol nos minutos finais. A entrevista para a TV Globo foi gravada antes de ele marcar seu primeiro gol depois de seis meses em branco, mas ele já desejava ser mais decisivo a favor do Verdão.

- Eu sinto que devo jogar mais e quero jogar mais para ser esse cara que todo mundo fala.