icons.title signature.placeholder Alyson Gonçalo
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03/07/2013
12:39

Reformulação. Nenhuma outra palavra foi tão falada na Vila Belmiro no último mês. A ideia da diretoria do Santos, além de reestruturar os bastidores políticos do clube, era utilizar o período de recesso no Brasileirão para buscar reforços e tornar o Peixe numa equipe competitiva para o resto do ano.

Às vésperas do retorno do campeonato nacional, no entanto, o que se vê é um Santos sem o seu maior craque, sem técnico e longe de agradar a torcida, que antes da parada do Brasileirão já ecoava gritos como "Ô, Ô, Ô, queremos jogador".

Até o momento, o Santos mais perdeu jogadores do que contratou. Ao todo, foram seis baixas nos últimos meses: Neymar, Muricy Ramalho, André, Felipe Anderson, João Pedro e Paulo Henrique.

E MAIS:
Robinho aceita reduzir pedida salarial para voltar ao Santos, diz procuradora 
Claudinei crê que Santos espera Libertadores para negociar com Scocco 
Com Rafael de saída, Claudinei elege Aranha como o sucessor 

A lista pode ficar ainda maior, já que o clube vive a iminência de outras saídas: do goleiro Rafael, que está próximo do Napoli (ITA), do lateral Guilherme Santos, que está perto de rescindir, além de Miralles e Patito, que não fazem mais parte do plano da equipe alvinegra.

Durante esse período de transição no Santos, apenas quatro jogadores chegaram ao clube: os laterais Cicinho e Mena, que ainda sequer treinaram com o grupo, o centroavante Willian José e o atacante Henrique, que não vem sendo relacionado nas últimas partidas.

Em meio às críticas pelo balanço negativo, o clube corre contra o tempo para acertar a chegada de jogadores renomados, como o atacante Robinho, que aceitou reduzir pedida salarial para retornar. Além dele, o Peixe tenta as contratações de Scocco e Maxi Rodrígues, do Newell´s Old Boys.

Sem grandes mudanças e com equipe recheada de jovens garotos - no atual elenco, são 15 atletas oriundos da base - o Santos volta a atuar neste domingo, contra o São Paulo, no Morumbi, pela sexta rodada do Brasileirão. A equipe ocupa apenas a 16ª colocação na tabela.

Reformulação. Nenhuma outra palavra foi tão falada na Vila Belmiro no último mês. A ideia da diretoria do Santos, além de reestruturar os bastidores políticos do clube, era utilizar o período de recesso no Brasileirão para buscar reforços e tornar o Peixe numa equipe competitiva para o resto do ano.

Às vésperas do retorno do campeonato nacional, no entanto, o que se vê é um Santos sem o seu maior craque, sem técnico e longe de agradar a torcida, que antes da parada do Brasileirão já ecoava gritos como "Ô, Ô, Ô, queremos jogador".

Até o momento, o Santos mais perdeu jogadores do que contratou. Ao todo, foram seis baixas nos últimos meses: Neymar, Muricy Ramalho, André, Felipe Anderson, João Pedro e Paulo Henrique.

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A lista pode ficar ainda maior, já que o clube vive a iminência de outras saídas: do goleiro Rafael, que está próximo do Napoli (ITA), do lateral Guilherme Santos, que está perto de rescindir, além de Miralles e Patito, que não fazem mais parte do plano da equipe alvinegra.

Durante esse período de transição no Santos, apenas quatro jogadores chegaram ao clube: os laterais Cicinho e Mena, que ainda sequer treinaram com o grupo, o centroavante Willian José e o atacante Henrique, que não vem sendo relacionado nas últimas partidas.

Em meio às críticas pelo balanço negativo, o clube corre contra o tempo para acertar a chegada de jogadores renomados, como o atacante Robinho, que aceitou reduzir pedida salarial para retornar. Além dele, o Peixe tenta as contratações de Scocco e Maxi Rodrígues, do Newell´s Old Boys.

Sem grandes mudanças e com equipe recheada de jovens garotos - no atual elenco, são 15 atletas oriundos da base - o Santos volta a atuar neste domingo, contra o São Paulo, no Morumbi, pela sexta rodada do Brasileirão. A equipe ocupa apenas a 16ª colocação na tabela.