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26/07/2013
15:35

Na linha, o Atlético-MG tinha grandes nomes que ajudaram na conquista da Libertadores, como Réver, Bernard, Tardelli e Ronaldinho. Mas o personagem que ficará como o rosto da vitória nessa campanha será o goleiro Victor, que defendeu três pênaltis fundamentais para levar a taça do torneio para a Sede de Lourdes. Mas o jogador dividiu todos os rótulos de heroísmo com o grupo inteiro.

- Todos são heróis, todos tiveram parcela de heroísmo, tem que se valorizar o trabalho de todo mundo. O coletivo prevaleceu. Fico feliz pelo carinho do torcedor. Todos os funcionários do clube merecem o reconhecimento. Todos são heróis pelo dia a dia no clube - afirmou o camisa 1.

O Atlético-MG foi ganhando a confiança dos críticos por sua campanha quase perfeita na fase de grupos. Perdeu apenas o último jogo contra o São Paulo, quando já havia assegurado o primeiro lugar geral.

Mas, dentro do grupo, a confiança no título era grande. Mesmo que houve momentos de grande turbulência, quando o Atlético quase foi eliminado pelo Tijuana e pelo Newell's Old Boys. Isso sem contar com a derrota por 2 a 0 em Assunção.

- A gente entrou na Libertadores sabendo que tínhamos condições de sermos campeões, até pelo que fizemos no ano passado, pela manutenção do elenco, força da equipe e amizade que temos. Primeira fase praticamente irretocável. A partir do momento que o campeonato se afunilou a gente encontrou algumas dificuldades, tendo emoções mas fortes, meas foram essas emoções que valorizaram ainda mais nossa conquista - analisou Victor.

Destaque da Liberta: São Victor e suas defesas milagrosas

Na linha, o Atlético-MG tinha grandes nomes que ajudaram na conquista da Libertadores, como Réver, Bernard, Tardelli e Ronaldinho. Mas o personagem que ficará como o rosto da vitória nessa campanha será o goleiro Victor, que defendeu três pênaltis fundamentais para levar a taça do torneio para a Sede de Lourdes. Mas o jogador dividiu todos os rótulos de heroísmo com o grupo inteiro.

- Todos são heróis, todos tiveram parcela de heroísmo, tem que se valorizar o trabalho de todo mundo. O coletivo prevaleceu. Fico feliz pelo carinho do torcedor. Todos os funcionários do clube merecem o reconhecimento. Todos são heróis pelo dia a dia no clube - afirmou o camisa 1.

O Atlético-MG foi ganhando a confiança dos críticos por sua campanha quase perfeita na fase de grupos. Perdeu apenas o último jogo contra o São Paulo, quando já havia assegurado o primeiro lugar geral.

Mas, dentro do grupo, a confiança no título era grande. Mesmo que houve momentos de grande turbulência, quando o Atlético quase foi eliminado pelo Tijuana e pelo Newell's Old Boys. Isso sem contar com a derrota por 2 a 0 em Assunção.

- A gente entrou na Libertadores sabendo que tínhamos condições de sermos campeões, até pelo que fizemos no ano passado, pela manutenção do elenco, força da equipe e amizade que temos. Primeira fase praticamente irretocável. A partir do momento que o campeonato se afunilou a gente encontrou algumas dificuldades, tendo emoções mas fortes, meas foram essas emoções que valorizaram ainda mais nossa conquista - analisou Victor.

Destaque da Liberta: São Victor e suas defesas milagrosas