icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
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09/07/2013
17:37

Muricy Ramalho não é o favorito para assumir o comando do São Paulo após a demissão de Ney Franco. Segundo a diretoria, motivos financeiros e políticos impedem sua volta ao Morumbi, no qual foi tricampeão Brasileiro entre 2006 e 2008. No entanto, a prioridade por Paulo Autuori, que se desligou do Vasco nesta terça-feira, não faz com que o treinador descarte a possibilidade de voltar ao clube:

- Isso é com a diretoria. No futebol tudo pode acontecer. Eu estou livre, estou no mercado, recebo algumas coisas, então vamos ver - disse o técnico, que nega contato do São Paulo, ao LANCE!Net.

- Não fui procurado em nenhum momento pelo São Paulo. Nem hoje (terça-feira), nem antes. Não conversei com o São Paulo nesses dias - acrescentou.

Muricy Ramalho é preferido da torcida são-paulina. Nos últimos jogos do clube no Morumbi, o técnico teve o nome gritado pelos torcedores nas arquibancadas. Ele serviria também como alternativa política para Juvenal Juvêncio, que precisa recuperar popularidade no Conselho para garantir a eleição do candidato que indicar à sua sucessão, em abril de 2014.

O favorito da diretoria é Paulo Autuori. A cúpula do clube argumenta que o treinador, agora livre do Vasco, não deixou rusgas com a diretoria, como Muricy, e aceitaria ganhar muito menos que o ex-treinador santista. O vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, nega qualquer veto ao nome de Muricy. Leco é, também, o provável candidato de Juvenal Juvêncio à presidência do clube, no ano que vem.

À espera de convites, Muricy se diz disposto a voltar a trabalhar depois de sair do Santos. Afirmou que não esperava ligações de Juvenal para voltar, mas admite carinho especial pelo São Paulo, no qual começou a carreira de treinador - ao lado de Telê Santana - e onde virou ídolo da torcida pelas conquistas do Brasileirão. Seu futuro, pelo que indica a diretoria do Tricolor, deve estar longe do Morumbi:

- Eu estou livre. Estou no mercado. Pelo que a gente viveu, vejo meu nome ligado a vários clubes agora quando estão sem técnico. Claro que pela identificação e pelo tempo de São Paulo, a gente tem esse carinho especial pelo São Paulo, mas não esperava nada, é coisa da diretoria.

Muricy Ramalho não é o favorito para assumir o comando do São Paulo após a demissão de Ney Franco. Segundo a diretoria, motivos financeiros e políticos impedem sua volta ao Morumbi, no qual foi tricampeão Brasileiro entre 2006 e 2008. No entanto, a prioridade por Paulo Autuori, que se desligou do Vasco nesta terça-feira, não faz com que o treinador descarte a possibilidade de voltar ao clube:

- Isso é com a diretoria. No futebol tudo pode acontecer. Eu estou livre, estou no mercado, recebo algumas coisas, então vamos ver - disse o técnico, que nega contato do São Paulo, ao LANCE!Net.

- Não fui procurado em nenhum momento pelo São Paulo. Nem hoje (terça-feira), nem antes. Não conversei com o São Paulo nesses dias - acrescentou.

Muricy Ramalho é preferido da torcida são-paulina. Nos últimos jogos do clube no Morumbi, o técnico teve o nome gritado pelos torcedores nas arquibancadas. Ele serviria também como alternativa política para Juvenal Juvêncio, que precisa recuperar popularidade no Conselho para garantir a eleição do candidato que indicar à sua sucessão, em abril de 2014.

O favorito da diretoria é Paulo Autuori. A cúpula do clube argumenta que o treinador, agora livre do Vasco, não deixou rusgas com a diretoria, como Muricy, e aceitaria ganhar muito menos que o ex-treinador santista. O vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, nega qualquer veto ao nome de Muricy. Leco é, também, o provável candidato de Juvenal Juvêncio à presidência do clube, no ano que vem.

À espera de convites, Muricy se diz disposto a voltar a trabalhar depois de sair do Santos. Afirmou que não esperava ligações de Juvenal para voltar, mas admite carinho especial pelo São Paulo, no qual começou a carreira de treinador - ao lado de Telê Santana - e onde virou ídolo da torcida pelas conquistas do Brasileirão. Seu futuro, pelo que indica a diretoria do Tricolor, deve estar longe do Morumbi:

- Eu estou livre. Estou no mercado. Pelo que a gente viveu, vejo meu nome ligado a vários clubes agora quando estão sem técnico. Claro que pela identificação e pelo tempo de São Paulo, a gente tem esse carinho especial pelo São Paulo, mas não esperava nada, é coisa da diretoria.