icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
22/12/2013
18:23

Superstição também no handebol. A capitã Dara, da Seleção Brasileira Feminina, lembrou que o número 22 a perseguiu durante toda a carreira e foi marcante no título Mundial da modalidade, em Belgrado, na Sérvia.

Situação semelhante ao de Zagallo, que marcou a história do futebol brasileiro com a superstição pelo número 13.

- O número 22 me perseguiu a vida toda. Faz anos que é assim e acho que agora está explicado. Dia 22 de dezembro, 22 a 20 e a taça é nossa. Muitas coisas aconteceram com esse número. Uma das minhas melhores amigas é numero 22 (Mayara). Esse ano foi aniversário do meu xodó, minha priminha, que fez 22 anos. Sou devota de Santa Rita de Cássia, que é do dia 22 - comentou Dara.

Dara é uma das principais atletas do time, e comandou as jogadoras mais jovens com sua experiência durante todo o torneio.

- Não tenho noção do que nós acabamos de fazer. Mas era o que a nossa modalidade precisava. Com todo apoio, esta é a melhor resposta que poderíamos ter dado - finalizou.