icons.title signature.placeholder Gabriel Carneiro
20/04/2014
07:03

Nas últimas dez edições do Campeonato Paulista, o Santos atingiu seis finais consecutivas, um recorde histórico, e conquistou cinco títulos, marcando uma hegemonia estadual não vista desde os tempos de Pelé. O problema é que o fôlego do Paulistão acaba se perdendo no meio do caminho, e o Brasileirão não tem o Peixe como campeão desde 2004. A partir deste domingo, quando recebe o Sport na Vila Belmiro, às 18h30, o Santos luta para não fechar uma década sem o título nacional.

E desta vez não falta motivação, pois a derrota nos pênaltis para o Ituano e a perda do título do Paulistão incomodaram o técnico Oswaldo de Oliveira. Apesar de dizer que está satisfeito com o elenco e com a produção dos primeiros meses de 2014, o comandante utiliza uma palavra de ordem para fazer valer a marca de favorito no Brasileiro: ressurreição.

– Estamos trabalhando há três meses e alguns dias, é um trabalho recém-começado que vamos dar continuidade. Essa ressurreição tem que acontecer e os jogadores, mesmo os mais jovens, têm que estar preparados. Não tem folga – disse Oswaldo, antes de sua estreia.

Em 2013, o Peixe oscilou e terminou o Brasileirão em sétimo lugar sob o comando do técnico Claudinei Oliveira. Para a temporada atual, curiosamente, pouca coisa mudou. Oswaldo de Oliveira, o novo comandante, tem à disposição apenas quatro caras novas: Leandro Damião, Lucas Lima, Bruno Uvini e Rildo, sendo que só o primeiro é titular e o último está gravemente lesionado.

No último jogo do ano passado, o Santos foi escalado com praticamente o mesmo time de hoje. As únicas diferenças são Gustavo Henrique, lesionado, Alison, reserva, e Montillo e Durval, que deixaram o clube.

O time dos “chocolates” no início do ano abre o Brasileiro neste domingo, com poucas mudanças, mas disposto a fazer valer sua meta, e o motivo do feriado de Páscoa: a ressurreição.