icons.title signature.placeholder Guilherme Amaro e Marcio Porto
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16/07/2013
08:17

A janela de transferências internacionais nunca foi tão danosa à gestão do presidente Luis Alvaro Ribeiro, no cargo desde 2010. O importante período para os clubes se reforçarem acaba na próxima sexta-feira, e o Santos está no prejuízo. Perdeu Neymar, o grande ídolo, e ainda se queimou com outro: Robinho. Não bastasse, os dirigentes têm de lidar com uma sequência de desistências. Nesta segunda-feira, foi a vez de o atacante Fernandinho sair da lista de alvos do clube.

– Não temos mais interesse nele. Não faz mais parte dos planos – afirmou o gerente de futebol Nei Pandolfo, sem querer dar detalhes da negociação com Fernandinho.

A cúpula trabalha com dificuldade em todas as frentes. No caso de Fernandinho, até a torcida foi obstáculo. No último sábado, após a goleada sobre a Portuguesa por 4 a 1, na Vila Belmiro, os torcedores protestaram contra a demora por reforços e a possível contratação do atacante com xingamentos. Dois dias depois, o Santos anunciou a desistência do jogador.

Na maioria dos alvos, como Robinho, a justificativa foi a situação financeira do negócio, como a disparidade dos salários recebidos fora. Porém, o clube fez caixa com as vendas de Neymar, Rafael e Felipe Anderson, arrecadando cerca de R$ 90 milhões, e, no caso de Fernandinho, nem chegou a fazer oferta salarial. Ele recebe cerca de R$ 500 mil no Al-Jazira (EAU) e, com mais dois anos de contrato, não estava disposto a abrir mão de valores.

O Santos também tem dificuldade por conta do avanço do Campeonato Brasileiro, à medida em que alvos ficam perto de realizar o sétimo jogo, o que impossibilita a transferência para outro clube da Série A. Isto aconteceu com Kleber Gladiador, do Grêmio, de quem o Peixe anunciou a desistência no último sábado. No domingo, ele enfrentou o Botafogo no sétimo jogo.

Em contrapartida, a diretoria só contratou o lateral-esquerdo chileno Mena vindo de fora. Até sexta-feira, os dirigentes ainda pretendem anunciar dois atacantes, pelo menos um do exterior. Eles correm contra o tempo e garantem que há alternativas. O torcedor, ressabiado, espera que se confirmem.

A janela de transferências internacionais nunca foi tão danosa à gestão do presidente Luis Alvaro Ribeiro, no cargo desde 2010. O importante período para os clubes se reforçarem acaba na próxima sexta-feira, e o Santos está no prejuízo. Perdeu Neymar, o grande ídolo, e ainda se queimou com outro: Robinho. Não bastasse, os dirigentes têm de lidar com uma sequência de desistências. Nesta segunda-feira, foi a vez de o atacante Fernandinho sair da lista de alvos do clube.

– Não temos mais interesse nele. Não faz mais parte dos planos – afirmou o gerente de futebol Nei Pandolfo, sem querer dar detalhes da negociação com Fernandinho.

A cúpula trabalha com dificuldade em todas as frentes. No caso de Fernandinho, até a torcida foi obstáculo. No último sábado, após a goleada sobre a Portuguesa por 4 a 1, na Vila Belmiro, os torcedores protestaram contra a demora por reforços e a possível contratação do atacante com xingamentos. Dois dias depois, o Santos anunciou a desistência do jogador.

Na maioria dos alvos, como Robinho, a justificativa foi a situação financeira do negócio, como a disparidade dos salários recebidos fora. Porém, o clube fez caixa com as vendas de Neymar, Rafael e Felipe Anderson, arrecadando cerca de R$ 90 milhões, e, no caso de Fernandinho, nem chegou a fazer oferta salarial. Ele recebe cerca de R$ 500 mil no Al-Jazira (EAU) e, com mais dois anos de contrato, não estava disposto a abrir mão de valores.

O Santos também tem dificuldade por conta do avanço do Campeonato Brasileiro, à medida em que alvos ficam perto de realizar o sétimo jogo, o que impossibilita a transferência para outro clube da Série A. Isto aconteceu com Kleber Gladiador, do Grêmio, de quem o Peixe anunciou a desistência no último sábado. No domingo, ele enfrentou o Botafogo no sétimo jogo.

Em contrapartida, a diretoria só contratou o lateral-esquerdo chileno Mena vindo de fora. Até sexta-feira, os dirigentes ainda pretendem anunciar dois atacantes, pelo menos um do exterior. Eles correm contra o tempo e garantem que há alternativas. O torcedor, ressabiado, espera que se confirmem.