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10/07/2013
16:53

O Santos anunciou que não irá repatriar Robinho, de 29 anos, nesta janela de transferência. Apesar de o Milan (ITA) ter baixado a pedida e sinalizado que aceitaria liberar o jogador por 7 milhões de euros (R$20 mi) à vista, o Peixe decidiu não investir na contratação do atacante. A decisão foi tomada pelo Comitê de Gestão, em reunião na tarde desta quarta-feira. O vice-presidente do time italiano, Adriano Galliani, confirmou ao L!Net a desistência santista antes mesmo da publicação da nota oficial no site do clube.

O jogador aceitou reduzir seus salários, mas queria ganhar cerca de R$ 1 milhão livre de impostos. Com encargos tributários e benefícios, o Santos calcula que ele custaria R$ 2 milhões por mês, R$ 24 milhões por ano em um contrato de três temporadas: R$ 72 mi no total. Dentre as exigências de Robinho estão o pagamento de comissão para seu pai, Gilvan de Souza, e sua representante, Marisa Alija Ramos, a cessão de um camarote na Vila Belmiro e a contratação de um preparador físico exclusivo para ele.

A novela envolvendo a negociação nesta janela de transferência, que fecha no próximo dia 20, teve vários capítulos antes do final infeliz. Após a saída de Neymar para o Barcelona, o Santos via em Robinho o substituto ideal. No entanto, após algumas tratativas intermediadas pelo agente italiano Mino Raiola, o Peixe se assustou com os valores: o Milan pedia 10 milhões de euros (R$29 mi) e o atacante queria um salário de R$1,2 milhão.

No fim de junho, o Santos passou a tratar diretamente com a procuradora do jogador, Marisa Alija Ramos, que foi a Milão negociar com os rossoneros. Ela enviou a pedida do clube italiano na semana passada a Odílio Rodrigues, vice-presidente alvinegro, que iria se reunir com o Comitê de Gestão antes de dar a resposta.

Essa não foi a primeira tentativa frustada do Santos de repatriar Robinho. No início do ano, o Peixe iniciou as negociações, mas o Milan pediu 10 milhões de euros (R$29 mi), valor rechaçados pela diretoria alvinegra.

Robinho soma duas passagens pelo Santos. Revelado nas categorias de base do clube, ele comandou a geração que conquistou o Campeonato Brasileiro em 2002 e encantou o país. Em 2004, ele foi novamente campeão brasileiro com o Peixe antes de se transferir para o Real Madrid (ESP) no ano seguinte. Em 2010, o ídolo voltou ao Santos por empréstimo do Milan e não decepcionou a torcida alvinegra: conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil.

Confira abaixo a nota oficial do Santos:

"O Santos FC informa que não chegou a um acordo para a contratação do atleta Robinho nesta janela.

Clube, jogador e o Milan tentaram chegar aos valores e condições que possibilitassem a transferência, mas, mesmo com o esforço de todos os lados, não foi possível alcançar os números. A soma da operação, entre pagamento ao time italiano e os salários do atleta, ainda está distante da realidade do futebol brasileiro."

Colunista explica desistência por Robinho e prevê investida no futuro

O Santos anunciou que não irá repatriar Robinho, de 29 anos, nesta janela de transferência. Apesar de o Milan (ITA) ter baixado a pedida e sinalizado que aceitaria liberar o jogador por 7 milhões de euros (R$20 mi) à vista, o Peixe decidiu não investir na contratação do atacante. A decisão foi tomada pelo Comitê de Gestão, em reunião na tarde desta quarta-feira. O vice-presidente do time italiano, Adriano Galliani, confirmou ao L!Net a desistência santista antes mesmo da publicação da nota oficial no site do clube.

O jogador aceitou reduzir seus salários, mas queria ganhar cerca de R$ 1 milhão livre de impostos. Com encargos tributários e benefícios, o Santos calcula que ele custaria R$ 2 milhões por mês, R$ 24 milhões por ano em um contrato de três temporadas: R$ 72 mi no total. Dentre as exigências de Robinho estão o pagamento de comissão para seu pai, Gilvan de Souza, e sua representante, Marisa Alija Ramos, a cessão de um camarote na Vila Belmiro e a contratação de um preparador físico exclusivo para ele.

A novela envolvendo a negociação nesta janela de transferência, que fecha no próximo dia 20, teve vários capítulos antes do final infeliz. Após a saída de Neymar para o Barcelona, o Santos via em Robinho o substituto ideal. No entanto, após algumas tratativas intermediadas pelo agente italiano Mino Raiola, o Peixe se assustou com os valores: o Milan pedia 10 milhões de euros (R$29 mi) e o atacante queria um salário de R$1,2 milhão.

No fim de junho, o Santos passou a tratar diretamente com a procuradora do jogador, Marisa Alija Ramos, que foi a Milão negociar com os rossoneros. Ela enviou a pedida do clube italiano na semana passada a Odílio Rodrigues, vice-presidente alvinegro, que iria se reunir com o Comitê de Gestão antes de dar a resposta.

Essa não foi a primeira tentativa frustada do Santos de repatriar Robinho. No início do ano, o Peixe iniciou as negociações, mas o Milan pediu 10 milhões de euros (R$29 mi), valor rechaçados pela diretoria alvinegra.

Robinho soma duas passagens pelo Santos. Revelado nas categorias de base do clube, ele comandou a geração que conquistou o Campeonato Brasileiro em 2002 e encantou o país. Em 2004, ele foi novamente campeão brasileiro com o Peixe antes de se transferir para o Real Madrid (ESP) no ano seguinte. Em 2010, o ídolo voltou ao Santos por empréstimo do Milan e não decepcionou a torcida alvinegra: conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil.

Confira abaixo a nota oficial do Santos:

"O Santos FC informa que não chegou a um acordo para a contratação do atleta Robinho nesta janela.

Clube, jogador e o Milan tentaram chegar aos valores e condições que possibilitassem a transferência, mas, mesmo com o esforço de todos os lados, não foi possível alcançar os números. A soma da operação, entre pagamento ao time italiano e os salários do atleta, ainda está distante da realidade do futebol brasileiro."

Colunista explica desistência por Robinho e prevê investida no futuro