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13/11/2014
08:59

Após quase dois anos de investigações, o Comitê de Ética da Fifa declarou, nesta quinta-feira, que não houve corrupção nas eleições de Rússia e Qatar para sediarem as Copas do Mundo de 2018 e 2022, respectivamente. Em nota oficial, a entidade prometeu continuar o trabalho com os dois países, agora mantidos como anfitriões dos próximos Mundiais.

O Comitê elaborou um documento de 430 páginas para chegar a uma conclusão e livrar os europeus e asiáticos das acusações de irregularidades.

A Fifa também garante que, nas próximas eleições para definir os locais das Copas, a votação será feita pelos 209 presidentes das federações filiadas à entidade máxima do futebol.

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Rússia e Qatar tiveram os nomes relacionados à manipulação das eleições ocorridas há quatro anos. Após o processo eleitoral, alguns escândalos de compra de votos vieram à tona, o que resultou no banimento de alguns dirigentes da entidade, como no caso do qatariano Mohammed Bin Hammam, acusado de subornar 25 cartolas da Federação Caribenha.

Outra denúncia, publicada pelo "The Guardian", foi a do pacto que teria sido feito para que os delegados do Qatar votassem na candidatura de Portugal e Espanha, em troca de apoio para o seu projeto.