icons.title signature.placeholder Luis Fernando Ramos
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27/07/2013
07:47

Quando partir para o treino que define o grid de largada do GP da Hungria neste sábado em Budapeste (9h de Brasília), o brasileiro Felipe Massa terá um torcedor especial nos boxes da Ferrari: o neurocirurgião Robert Veres, que o operou logo após o acidente sofrido em Hungaroring em 2009.

– Ele é o meu piloto favorito. Mais pela amizade que criamos desde aquela ocasião do que pelo atendimento em si. Massa é uma pessoa muito especial, simples e agradável de se conviver. Quase todos os anos nos encontramos quando a corrida é em Budapeste – afirmou Veres em entrevista ao LANCE!Net.

O médico é um entusiasta da F-1 há anos e trabalha até hoje no hospital designado para fazer o atendimento no GP da Hungria.

– Já na primeira prova realizada no país em 1986, eu estava na equipe que trabalhava no centro médico do circuito. Eu me encantava em ver Ayrton Senna pilotando a Lotus preta e dourada. Sempre assisti corridas e estava vendo a classificação em 2009 quando aconteceu o acidente com Massa. Liguei para o hospital e fui para lá imediatamente.

Da semana que o brasileiro passou internado no hospital AEK, a velocidade de sua recuperação foi o que mais impressionou a Veres.

Foto: Divulgação

– Nas primeiras horas de atendimento, lutamos por sua vida, fazendo todos os exames de procedimento e identificando as áreas críticas. No segundo dia, sabíamos que ele sobreviveria mas havia uma incerteza em relação à sua visão. Quando o tiramos da sedação, vimos que o olho estava bem, mas ainda não sabíamos se ele teria uma vida normal. Ele logo estava se movendo normalmente, mas ainda não era claro se ele poderia voltar às corridas. Vimos depois que ele não voltaria naquela temporada, mas ainda não dava para saber se ele voltaria um dia – falou.

Quando Felipe Massa alinhou na primeira fila do grid na sua primeira corrida após o acidente, o GP do Bahrein de 2010, Veres teve a confirmação de que a recuperação do brasileiro havia sido completa.

– Eu acho um milagre. Vai além de uma questão da medicina ou de tratamento. Termos o Massa hoje na Fórmula 1 tem a ver com sorte, com Deus, com a força de vontade dele.

Quando partir para o treino que define o grid de largada do GP da Hungria neste sábado em Budapeste (9h de Brasília), o brasileiro Felipe Massa terá um torcedor especial nos boxes da Ferrari: o neurocirurgião Robert Veres, que o operou logo após o acidente sofrido em Hungaroring em 2009.

– Ele é o meu piloto favorito. Mais pela amizade que criamos desde aquela ocasião do que pelo atendimento em si. Massa é uma pessoa muito especial, simples e agradável de se conviver. Quase todos os anos nos encontramos quando a corrida é em Budapeste – afirmou Veres em entrevista ao LANCE!Net.

O médico é um entusiasta da F-1 há anos e trabalha até hoje no hospital designado para fazer o atendimento no GP da Hungria.

– Já na primeira prova realizada no país em 1986, eu estava na equipe que trabalhava no centro médico do circuito. Eu me encantava em ver Ayrton Senna pilotando a Lotus preta e dourada. Sempre assisti corridas e estava vendo a classificação em 2009 quando aconteceu o acidente com Massa. Liguei para o hospital e fui para lá imediatamente.

Da semana que o brasileiro passou internado no hospital AEK, a velocidade de sua recuperação foi o que mais impressionou a Veres.

Foto: Divulgação

– Nas primeiras horas de atendimento, lutamos por sua vida, fazendo todos os exames de procedimento e identificando as áreas críticas. No segundo dia, sabíamos que ele sobreviveria mas havia uma incerteza em relação à sua visão. Quando o tiramos da sedação, vimos que o olho estava bem, mas ainda não sabíamos se ele teria uma vida normal. Ele logo estava se movendo normalmente, mas ainda não era claro se ele poderia voltar às corridas. Vimos depois que ele não voltaria naquela temporada, mas ainda não dava para saber se ele voltaria um dia – falou.

Quando Felipe Massa alinhou na primeira fila do grid na sua primeira corrida após o acidente, o GP do Bahrein de 2010, Veres teve a confirmação de que a recuperação do brasileiro havia sido completa.

– Eu acho um milagre. Vai além de uma questão da medicina ou de tratamento. Termos o Massa hoje na Fórmula 1 tem a ver com sorte, com Deus, com a força de vontade dele.