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25/03/2014
09:07

A necessidade da vitória em um clássico aliado ao placar elástico construído no último jogo. Será que este panorama pode fazer com que o técnico Adilson Batista mantenha a ousadia da última escalação e vá para cima do Fluminense com um meia de criação e três atacantes?

Desde que Douglas estreou com a camisa do Vasco, no dia 16 de fevereiro, o time cruz-maltino vinha atuando no 4-4-2, podendo até sofrer modificações no decorrer da partida, mas mantendo uma base. Contra o Duque de Caxias, porém, talvez fomentado pela vontade de conquistar a segunda colocação e, consequentemente, a vantagem na semifinal, o comandante cruz-maltino mudou. E deu resultado. Prova disso foi a goleada por 4 a 0, em que os três homens da frente (Reginaldo, Everton Costa e Edmilson) fizeram a alegria da torcida.

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Para que a formação desse certo, os jogadores tiveram de se doar um pouco mais para que o setor defensivo não ficasse sobrecarregado. Este foi um ponto lembrado por Douglas, que, por sua vez, não escolhe um esquema preferido.

– Os dois esquemas são bons de jogar. Se eu for escolher, prefiro o que tem três volantes. Marco menos e tenho mais força para atacar. Mas os dois esquemas se encaixam perfeitamente – disse o camisa 10, que, por outro lado, fez questão de ressaltar a qualidade dos companheiros do setor ofensivo:

– Temos atacantes de qualidade, que se movimentam e se posicionam bem. Com jogadores inteligentes, facilita qualquer esquema. Pode até estar sozinho que dá certo lá na frente.

Uma vitória logo no primeiro jogo faz com que a vantagem do Flu nesta semifinal vá por água abaixo. Assim, Adilson pode manter a ousadia e mostrar que mandar o time para frente pode, sim, dar bons frutos em um curto prazo.