icons.title signature.placeholder Leo Burlá
02/04/2014
07:11

A derrota para o Vasco por 1 a 0, no último domingo, trouxe ao Fluminense problemas que extrapolaram o limite do gramado do Maracanã.

Após o jogo, o presidente do Flu, Peter Siemsen, tentou acessar a área do vestiário do clube, mas foi barrado por não estar portando uma credencial. Com a negativa, houve uma discussão e um segurança - funcionário do Tricolor - que escoltava Siemsen deu um soco em um dos responsáveis por zelar pelo acesso ao espaço restrito.

Durante o tumulto, o mandatário estava ainda acompanhado por Pedro Antônio, vice-presidente de Projetos Especiais do clube das Laranjeiras.

Caído no chão depois da agressão, o funcionário da Sunset, empresa terceirizada que presta serviços para o Maracanã, viu o dirigente tricolor entrar nas dependências reservadas para o Flu. O rapaz agredido não reagiu e também não prestou queixa na delegacia.

OPINE
- Fluminense acertou em demitir o técnico Renato Gaúcho?
- Tricolor, quem você gostaria que assumisse o Fluminense?

E MAIS
- Caiu! Renato Gaúcho não é mais o técnico do Fluminense
- Para estreitar laços, Flu tenta reaproximação com Sandro Lima

O LANCE!Net apurou que o uso de crachás é um procedimento obrigatório e faz parte do planejamento operacional de segurança implementado pela administradora do Maracanã.

Em resposta, a assessoria de imprensa do Tricolor informou que 'o Fluminense Football Club e a concessionária que administra o Maracanã estão conversando para que outros incidentes não voltem a acontecer'.