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20/07/2014
20:01

Se o esforço e a melhora do Palmeiras após o péssimo início não foram suficientes para o time empatar com o Cruzeiro após sair perdendo por 2 a 0 em dez minutos, pelo menos serviram para a torcida "abraçar" o time no Pacaembu. Não houve vaias em nenhum momento, e a maioria dos presentes aplaudiu quando o árbitro apitou o fim da derrota por 2 a 1 - a organizada puxou um tímido grito de "queremos jogador", que não durou muito.

- Vi uma torcida que gritou todo o jogo, mesmo perdendo. Para nós, isso é muito importante. Agradeço, mas queria ganhar a partida por eles. Espero dar uma resposta rápida para a torcida do Palmeiras - disse o técnico Ricardo Gareca, que já acumula duas derrotas em dois jogos pelo clube alviverde.

O argentino explicou as mudanças ousadas que fez - colocou o meia Felipe Menezes quando o volante Eguren se machucou no primeiro tempo, já com 2 a 0 contra, e terminou o jogo com quatro atacantes - dizendo que o clube deve sempre buscar o protagonismo, frase que tem repetido desde que chegou. Para o comandante, a atuação já agradou mais do que a do jogo de quinta passada, contra o Santos.

- O Palmeiras tem de jogar durante todo o jogo com essa atitude e esse entusiasmo. Buscamos ser protagonistas, mas enfrentamos um grande rival. Penso que melhoramos em respeito ao primeiro jogo. E esse é o caminho. Com tempo, o Palmeiras vai ser um time importante - falou.

O Verdão volta a campo contra o Avaí, quarta, fora de casa. Será o jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, e o time deve ter mudanças Marcelo Oliveira e Wesley, que cumpriram suspensão, voltam. Eguren, com lesão na coxa direita, e Lúcio, que fez tomografia após tomar cotovelada no rosto, podem ser desfalques.

- É difícil que o mesmo time jogue na quarta – antecipou El Flaco.