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22/11/2013
16:13

O treinador Vagner Mancini terá que quebrar a cabeça para escolher a melhor formação do Atlético-PR que enfrentará o Flamengo no jogo de volta da Copa do Brasil, no próximo dia 27 (quarta-feira). O Furacão precisa desfazer a desvantagem de ter empatado com gols em casa. Além disso, há outro fator complicante: o time não poderá contar com o meia Everton. O motor da equipe foi suspenso após ter recebido o terceiro cartão amarelo, por conta de falta em cima de Paulinho, que ficou livre para marcar o segundo gol carioca na Vila Capanema.

O LANCE!Net preparou uma lista das potenciais mudanças que o treinador atleticano pode promover para suprir a ausência do camisa 22, titular desde o começo do ano.

> Zezinho

Zezinho é multifuncional (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do CAP)


O jovem funciona como uma espécie de curinga para Mancini. Ele já fez funções de armador, segundo volante - como na partida contra o Flamengo -, e até mesmo lateral-esquerdo. Caso seja adiantado para municiar o ataque do Rubro-Negro paranaense ao lado de Paulo Baier, promoverá a entrada de João Paulo na cabeça de área, ao lado de Deivid.

> FELIPE

O meia costuma ser a primeira opção do treinador para entrar durante as partidas. Tem como característica a sobriedade quando está com a posse da bola. Toques rápidos, sem tentar enfeitar. Um feijão com arroz bem feito.

> FRAN MÉRIDA

O "novo Fabregas" já é conhecido pelo Mengão (Foto: Divulgação/Atlético Paranaense)


O espanhol já foi cotado para ser o novo Cesc Fabregas quando surgiu para o futebol. O torcedor do Fla que tiver boa memória, sabe que ele foi um dos responsáveis pela virada atleticana no Maracanã durante o Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o jogador estreava pelo Furacão e fez um dos gols na vitória por 4 a 2. A atuação dele repercutiu no país natal. O "Marca" disse que o meia teve uma atuação "avassaladora".

> DELLATORRE

Dellatorre comemora gol na semifinal da Copa do Brasil (Foto: Felipe Gabriel/L!Press)

A última opção - a não ser que Mancini tire algum coelho da cartola - é alterar o esquema tático do Atlético. Com a entrada de Dellatorre, o time, que precisa de gols fora de casa para ser campeão, jogaria no 4-3-3, com dois pontas. Marcelo infernizando pela direita, sem flutuar por toda a extensão do campo como na Vila, e Dellatorre emplacando velocidade pela esquerda. Ambos jogando em função do centroavante e artilheiro Éderson. O potencial substituto marcou os gols da classificação contra Internacional e Grêmio nas duas últimas fases da Copa do Brasil. A sorte pode estar novamente ao seu lado no Maracanã.