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23/07/2014
22:05

 A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD), afirmou na noite desta quarta-feira, que a Operação Contragolpe, da Polícia Federal buscando e apreendendo documentos em endereços ligados à entidade, foi parte de uma perseguição de um delegado que se opõe ao presidente da confederação, Carlos Fernandes.

Em nota oficial, a entidade também afirmou que as autoridades policiais agiram com um excesso de zelo, já que os documentos poderiam ser encontrados na internet.

A operação da Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão de documentos em endereços da CBTKD, que é suspeita de fraudar licitação e desviar recursos públicos. Em um caso específico, a Polícia investiga a utilização de mais de R$ 3 milhões repassados pelo Ministério do Esporte à entidade.

Confira abaixo a nota oficial da entidade, na íntegra:

"A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) vem, por meio desta, esclarecer que, atendendo à legislação própria, divulga no site oficial da entidade todos os editais de licitação, balanços, prestações de contas e demais processos financeiros, para que fiquem à disposição das autoridades e público em geral. Até à data de hoje, a CBTKD tem as suas contas auditadas por auditoria independente e aprovadas pelo Conselho Fiscal e Assembleia Geral. Além disso, é de salientar que a atual gestão do presidente Carlos Fernandes foi pioneira na realização de projetos junto ao Ministério do Esporte e captação de patrocínios em prol dos atletas, de forma a permitir a integração do esporte em todos o território nacional, e, igualdade de condições.

Quanto à informação veiculada na imprensa sobre o cumprimento de mandados de busca e apreensão de documentos na sede da entidade, pela Polícia Federal, trata-se de medida determinada pelo delegado responsável pela apuração de denúncias feitas por elementos do mesmo grupo de sempre, que foram legalmente afastados. Porém, os mesmos, ainda inconformados, continuam a fazer covardemente oposição ao presidente Carlos Fernandes e à CBTKD para, de qualquer forma, tentar prejudicar politicamente o bom andamento do esporte no país.

No caso específico, os mandados realizados pela Policia Federal se referiam aos documentos de processo licitatório em convênio com o Ministério do Esporte, os quais estavam disponíveis no PORTAL SICONV, com acesso livre a qualquer cidadão brasileiro. Por isso, é lamentável o excesso de zelo da autoridade policial em determinar busca e apreensão de documentos públicos dentro da entidade.

A CBTKD cumpriu e sempre irá cumprir, sem quaisquer problemas, a requisição de qualquer autoridade, pois não deve e não tem nada a esconder.

Assessoria de Imprensa da CBTKD"