icons.title signature.placeholder Marcello Vieira e Sérgio Arêas
19/12/2013
07:17

A diretoria do Fluminense trabalha em duas frentes. A primeira é defender o clube dos ataques após o rebaixamento da Portuguesa, que perdeu quatro pontos no STJD por escalação de jogador irregular. A segunda, e que ficou paralisada nesta quarta-feira, é a escolha do novo treinador. Na terça à noite, houve uma reunião da cúpula tricolor na sede da Unimed-Rio.

Os nomes de Ney Franco – defendido por Peter Siemsen e Felipe Ximenes –, Renato Gaúcho, o preferido de Celso Barros, e Tite estavam na pauta. Este último corre por fora na disputa. Mas há uma quarta via nesta história, que parece ser a mais provável. A manutenção de Dorival Júnior. O treinador, que comandou o Fluminense nas últimas cinco partidas do Campeonato Brasileiro, seria o nome de consenso entre o clube e a patrocinadora.

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Dorival está de férias e descansa com a família em Florianópolis, onde mora. Ele ainda não foi procurado pelos dirigentes do Flu, mas não seria difícil convencê-lo a ficar. Conta a favor do treinador o fato de já conhecer e ter a simpatia dos jogadores tricolores. Além disso, o trabalho de Dorival Júnior na reta final do Brasileiro foi aprovado pela diretoria do clube.

O presidente Peter Siemsen ficou impressionado pela forma com a qual Dorival conseguiu, em pouco tempo, conquistar o grupo e elevar o moral dos jogadores, que estavam abalados pela má campanha.

– Ele não teve problemas com os jogadores. Com um discurso agregador, conseguiu o que parecia muito complicado e motivou o grupo – disse Peter, ainda durante a disputa do Brasileiro.

Com ou sem queda de braço para definir o treinador, a diretoria do Fluminense deverá se manifestar oficialmente e divulgar o nome do comandante do time tricolor em 2014 até semana que vem.