icons.title signature.placeholder Ana Paula Canhedo
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21/08/2015
19:12

Paulo Nobre passou por apuros em seus dois primeiros anos como presidente do Palmeiras, como lembrou na última sexta-feira, em evento para estudantes no Expo Center Norte. Ao conversar com os jovens, o dirigente revelou a angústia sentida em 2013 e no ano passado, quando o Verdão brigou para não cair Campeonato Brasileiro e contava com um elenco contestado pela torcida. Hoje, o presidente afirma ter colocado o clube nos trilhos. 

- Não tinha palmeirense no mundo que gostasse de mim, sei que me xingavam. Até eu tinha vontade de me xingar quando me olhava no espelho. Foram dois anos muito complicados, mas eu sabia que seria assim. Era preciso estruturar a casa, construir um alicerce. Quando assumi, estava tudo uma grande bagunça. Não tinha outrou jeito - lembrou ele, sucessor de Arnaldo Tirone no cargo.

Em 2013, quando assumiu o Palmeiras, Nobre encontrou à disposição apenas 25% das receitas do clube, pois 75% já haviam sido adiantados por gestões anteriores, sobretudo a de Luiz Gonzaga Belluzzo. Passou dois anos sem conseguir um patrocínio máster para a equipe e sofreu para montar um elenco competitivo, algo que só aconteceu nesta temporada.

- No Brasil, a gestão dos clubes tem que ser por amor, não tem jeito. É tudo uma bagunça. Ser um bom presidente é igual político, se o cara faz obra embaixo da terra, ninguém vê. Foi o que fizemos, construímos a base para a casa não cair depois. Título só um ganha, mas muitos preparam o terreno. Eu sabia e sei que não é possível ganhar todo ano - completou. 

O dirigente emprestou ao clube quase R$ 150 milhões entre 2013 e janeiro de 2015 para ajudar a reerguer as estruturas. Hoje, o clube direciona, todos os meses, 10% de suas receitas totais e mais R$ 800 mil para devolver o valor a ele.

Na temporada atual, o dirigente se vê perto do que considera o ideal. Conseguiu o tão sonhado patrocínio máster com a Crefisa, em acordo que supera os R$ 60 milhões anuais, e lucra com o programa de sócio-torcedor e com as bilheterias do Allianz Parque, sempre lotado nos jogos do Verdão, o que lhe permite se olhar no espelho com mais satisfação.

Paulo Nobre passou por apuros em seus dois primeiros anos como presidente do Palmeiras, como lembrou na última sexta-feira, em evento para estudantes no Expo Center Norte. Ao conversar com os jovens, o dirigente revelou a angústia sentida em 2013 e no ano passado, quando o Verdão brigou para não cair Campeonato Brasileiro e contava com um elenco contestado pela torcida. Hoje, o presidente afirma ter colocado o clube nos trilhos. 

- Não tinha palmeirense no mundo que gostasse de mim, sei que me xingavam. Até eu tinha vontade de me xingar quando me olhava no espelho. Foram dois anos muito complicados, mas eu sabia que seria assim. Era preciso estruturar a casa, construir um alicerce. Quando assumi, estava tudo uma grande bagunça. Não tinha outrou jeito - lembrou ele, sucessor de Arnaldo Tirone no cargo.

Em 2013, quando assumiu o Palmeiras, Nobre encontrou à disposição apenas 25% das receitas do clube, pois 75% já haviam sido adiantados por gestões anteriores, sobretudo a de Luiz Gonzaga Belluzzo. Passou dois anos sem conseguir um patrocínio máster para a equipe e sofreu para montar um elenco competitivo, algo que só aconteceu nesta temporada.

- No Brasil, a gestão dos clubes tem que ser por amor, não tem jeito. É tudo uma bagunça. Ser um bom presidente é igual político, se o cara faz obra embaixo da terra, ninguém vê. Foi o que fizemos, construímos a base para a casa não cair depois. Título só um ganha, mas muitos preparam o terreno. Eu sabia e sei que não é possível ganhar todo ano - completou. 

O dirigente emprestou ao clube quase R$ 150 milhões entre 2013 e janeiro de 2015 para ajudar a reerguer as estruturas. Hoje, o clube direciona, todos os meses, 10% de suas receitas totais e mais R$ 800 mil para devolver o valor a ele.

Na temporada atual, o dirigente se vê perto do que considera o ideal. Conseguiu o tão sonhado patrocínio máster com a Crefisa, em acordo que supera os R$ 60 milhões anuais, e lucra com o programa de sócio-torcedor e com as bilheterias do Allianz Parque, sempre lotado nos jogos do Verdão, o que lhe permite se olhar no espelho com mais satisfação.