icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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03/07/2013
06:30

Tardelli, Ronaldinho, Bernard Jô contra Figueroa, Maxi Rodríguez e Ignacio Scocco. São as estrelas de um confronto da semifinal da Copa Libertadores que poderia ser, sem nenhum problema, a final da competição. Mas se o chaveamento reservou a semifinal para o embate entre Atlético-MG e Newell's, pode-se pensar que é uma antecipação de um espetáculo.

E o clima em Rosário é exatamente isso. 'Mineiro' (como é chamado pelos aficcionados pelo esporte na país vizinho) é visto como um time capaz de ser uma grande pedra no sapato do NOB, que acabou de ser campeão e luta para carimbar, pela terceira vez, presença na final da competição internacional.

Mas, se a força do Galo já caiu no gosto popular dos torcedores do Rosário Central e pode levar certo receio para os Leprosos, o Newell's também tem bala na agulha e não é à toa. Se o Galo aposta na longevidade do trabalho de Cuca, há, do lado rubro-negro, um trabalho organizado e baseado na paixão. Algo que rende muitos frutos nas quatro linhas.

- A equipe de Gerardo Martino se distingue em vários aspectos de jogo: pretende jogar a partir da posse de bola e inicia os ataques desde os pés do goleiro Guzmán e os zagueiros Vergini e o internacional Heinze. Os laterais protegem constantemente os lados de campo e se soltam para avançar. O Newell's tem um belo estilo brasileiro - afirmou o jornalista José Sacchi, do Diário Olé, em entrevista ao LANCE!Net.

Para Sacchi, que está a par de todas as coisas que acontecem no CT Bella Vista e no campo do Coloso, há um certo problema (podendo ser classificado como efeito colateral) da ofensividade, velocidade e leveza do Newell's.

- A equipe é paciente, sempre procura buscar o melhor espaço e pressiona o adversário em seu campo de defesa. Mas há um contraponto, que é que, por sua proposta ofensiva, deixa espaços nas costas de seus volantes e se coloca em uma situação vulnerável para o contra-ataque - afirmou o repórter, que não hesitou em cravar que, hoje, não há equipe melhor na Argentina:

- De forma definitiva, hoje, Newell's é a melhor equipe argentina, pelos resultados e jogos que tem alcançado e feito, vem desenvolvendo uma mesma ideia desde que Tata Martino chegou como treinador, faz um ano e meio - completou Sacchi.

Tardelli, Ronaldinho, Bernard Jô contra Figueroa, Maxi Rodríguez e Ignacio Scocco. São as estrelas de um confronto da semifinal da Copa Libertadores que poderia ser, sem nenhum problema, a final da competição. Mas se o chaveamento reservou a semifinal para o embate entre Atlético-MG e Newell's, pode-se pensar que é uma antecipação de um espetáculo.

E o clima em Rosário é exatamente isso. 'Mineiro' (como é chamado pelos aficcionados pelo esporte na país vizinho) é visto como um time capaz de ser uma grande pedra no sapato do NOB, que acabou de ser campeão e luta para carimbar, pela terceira vez, presença na final da competição internacional.

Mas, se a força do Galo já caiu no gosto popular dos torcedores do Rosário Central e pode levar certo receio para os Leprosos, o Newell's também tem bala na agulha e não é à toa. Se o Galo aposta na longevidade do trabalho de Cuca, há, do lado rubro-negro, um trabalho organizado e baseado na paixão. Algo que rende muitos frutos nas quatro linhas.

- A equipe de Gerardo Martino se distingue em vários aspectos de jogo: pretende jogar a partir da posse de bola e inicia os ataques desde os pés do goleiro Guzmán e os zagueiros Vergini e o internacional Heinze. Os laterais protegem constantemente os lados de campo e se soltam para avançar. O Newell's tem um belo estilo brasileiro - afirmou o jornalista José Sacchi, do Diário Olé, em entrevista ao LANCE!Net.

Para Sacchi, que está a par de todas as coisas que acontecem no CT Bella Vista e no campo do Coloso, há um certo problema (podendo ser classificado como efeito colateral) da ofensividade, velocidade e leveza do Newell's.

- A equipe é paciente, sempre procura buscar o melhor espaço e pressiona o adversário em seu campo de defesa. Mas há um contraponto, que é que, por sua proposta ofensiva, deixa espaços nas costas de seus volantes e se coloca em uma situação vulnerável para o contra-ataque - afirmou o repórter, que não hesitou em cravar que, hoje, não há equipe melhor na Argentina:

- De forma definitiva, hoje, Newell's é a melhor equipe argentina, pelos resultados e jogos que tem alcançado e feito, vem desenvolvendo uma mesma ideia desde que Tata Martino chegou como treinador, faz um ano e meio - completou Sacchi.