icons.title signature.placeholder Caio Carrieri, Eduardo Mendes, Mauricio Oliveira e Thiago Salata
16/06/2014
19:57

A tarde desta terça-feira será muito especial e se perpetuará na memória de Miguel Herrera, técnico do México, segundo adversário da Seleção Brasileira, às 16h, no Castelão, em Fortaleza (CE). É com extrema admiração que o Piolho se refere ao time do Brasil.

- Tem importantes jogadores que podem mudar o jogo, é o grande favorito e a seleção mais importante do mundo no futebol. Obviamente que para nós será um grande prazer essa partida, porque o mundo inteiro estará olhando para nós. Por outro lado, estamos dispostos a conseguir os três pontos.

Sem rodeios ou mistérios, o treinador não fez surpresas sobre a escalação para o confronto válido entre os dois vencedores das partidas do Grupo A na primeira rodada.

- Todos os jogadores que sofreram algumas pancadas se recuperaram bem, a força mental da equipe está muito boa e, por isso, vamos repetir a o time do jogo inicial.

Herrera escalou a Tri da seguinte maneira na vitória por 1 a 0 sobre Camarões, na Arena das Dunas: Ochoa, Rodríguez, Héctor Moreno e Rafa Márquez; Aguilar, Herrera, Vázquez, Guardado e Miguel Layún; Giovani dos Santos e Peralta. O último, carrasco do Brasil nas Olimpíadas de Londres-2012 com dois gols na final (2 a 1), também garantiu o triunfo na primeira exibição mexicana no Mundial.

Embora também demonstre respeito pelo Brasil, o lateral-esquerdo Miguel Layún avisa que a consideração não se transformará em medo dentro de campo.

- Respeitar e temer são coisas completamente diferentes. Sabemos da qualidade que temos. O temor não entra no nosso dicionário nesse Mundial. Nós sabemos a responsabilidade e compromisso que temos com nosso grupo e comissão técnica para fazermos algo diferente do que o México já fez em Copas - declarou, sobre o estigma tricolor de nunca ter passado das oitavas em cinco participações.