icons.title signature.placeholder Amélia Sabino, Leo Burlá e Michel Castellar
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01/07/2013
14:49

O presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa-2014 (COL), José Maria Marin, não deixou escapar a política no seu agradecimento público pelo apoio à realização da Copa das Confederações e à própria Seleção Brasileira, que conquistou no domingo seu quarto título da Copa das Confederações.

- Meus sinceros agradecimentos à torcida pelo apoio que foi dado. Quero agradecer também à presidente Dilma Rousseff, que desde a primeira partida tem acompanhado a Seleção. Ao ex-presidente Lula, que me telefonou às 3h da manhã da Etiópia para me parabenizar pela conquista. Quero agradecer ao vice-presidente Michel Temer, José Sarney, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. Ao Henrique Alves (presidente da Câmara dos Deputados) e ao Renan Calheiros (presidente do Senado), aos governadores, prefeitos e aos presidentes de clubes que cederam seus jogadores. Não se trata de um só responsável pela conquista, são vários os responsáveis e principalmente a torcida brasileira - disse Marin, citando quase todos os ex-presidentes que o país teve após a redemocratização em 1985.

O presidente da CBF e do COL participou de uma reunião com o presidente da Fifa, Joseph Blatter e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, na manhã desta segunda-feira em que foi feita uma rápida avaliação do resultado da organização da Copa das Confederações. No domingo, Marin foi um dos alvos na manifestação que aconteceu do lado de fora do Maracanã, que acabou em pancadaria com a polícia militar, que fazia a segurança do perímetro.

Nesta segunda, Marin voltou a repetir que nunca citou o nome do jornalista Vladimir Herzog - morto pelas forças de repressão da época - na tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo e defendeu-se de novo de que não teve ligação com a ditadura militar, se intitulando um democrata, e completou que só o atacam por causa de seu cargo na CBF.

- Fiz um aparte em 1975 que não durou nem dois minutos. Isso é uma mentira que repetida mil vezes se torna verdade. Eu nem citei o nome dele, só falei o nome do governador e do secretário de Cultura na época. Depois disso fui vice-governador e governador e nunca ninguém tocou neste assunto, até eu assumir a CBF. Não tenho mais pretensões políticas, nem vou ser candidato à reeleição na CBF - disse Marin.

O presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa-2014 (COL), José Maria Marin, não deixou escapar a política no seu agradecimento público pelo apoio à realização da Copa das Confederações e à própria Seleção Brasileira, que conquistou no domingo seu quarto título da Copa das Confederações.

- Meus sinceros agradecimentos à torcida pelo apoio que foi dado. Quero agradecer também à presidente Dilma Rousseff, que desde a primeira partida tem acompanhado a Seleção. Ao ex-presidente Lula, que me telefonou às 3h da manhã da Etiópia para me parabenizar pela conquista. Quero agradecer ao vice-presidente Michel Temer, José Sarney, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. Ao Henrique Alves (presidente da Câmara dos Deputados) e ao Renan Calheiros (presidente do Senado), aos governadores, prefeitos e aos presidentes de clubes que cederam seus jogadores. Não se trata de um só responsável pela conquista, são vários os responsáveis e principalmente a torcida brasileira - disse Marin, citando quase todos os ex-presidentes que o país teve após a redemocratização em 1985.

O presidente da CBF e do COL participou de uma reunião com o presidente da Fifa, Joseph Blatter e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, na manhã desta segunda-feira em que foi feita uma rápida avaliação do resultado da organização da Copa das Confederações. No domingo, Marin foi um dos alvos na manifestação que aconteceu do lado de fora do Maracanã, que acabou em pancadaria com a polícia militar, que fazia a segurança do perímetro.

Nesta segunda, Marin voltou a repetir que nunca citou o nome do jornalista Vladimir Herzog - morto pelas forças de repressão da época - na tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo e defendeu-se de novo de que não teve ligação com a ditadura militar, se intitulando um democrata, e completou que só o atacam por causa de seu cargo na CBF.

- Fiz um aparte em 1975 que não durou nem dois minutos. Isso é uma mentira que repetida mil vezes se torna verdade. Eu nem citei o nome dele, só falei o nome do governador e do secretário de Cultura na época. Depois disso fui vice-governador e governador e nunca ninguém tocou neste assunto, até eu assumir a CBF. Não tenho mais pretensões políticas, nem vou ser candidato à reeleição na CBF - disse Marin.