icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Felipe Bolguese, Maurício Oliveira, Rodrigo Vessoni e Thiago Salata
08/07/2014
20:11

Abatido, Luiz Felipe Scolari não titubeou e cravou que os 7 a 1 impostos pela Alemanha à Seleção Brasileira, nesta terça-feira, em Belo Horizonte, significam a pior derrota na carreira como técnico e jogador de futebol.

Mais do que a eliminação, o técnico lembra que o resultado ficará eternizado, fato que ajuda a aumentar mais o sentimento de culpa e sofrimento, posteriormente.

- Provavelmente, tenha sido a pior, mesmo com derrota passadas. Quando se perde de 5, 6, fica a revolta. Se pensar na minha vida como técnico e jogador, entendo que foi o pior dia da minha vida. Vou ser lembrado por ter sido o treinador dos 7 a 1. Os riscos assumimos e, agora, tem de assimilar e seguir em frente. É isso que vou fazer - disse.

Ainda abalado, Felipão pediu para que a recuperação psicológica seja a mais rápida possível, citando a disputa de terceiro e quarto lugar, no sábado, em Brasília. A Seleção pegará o perdedor do duelo entre Argentina e Holanda, nesta quarta-feira.

- Nesta primeira hora, temos de fazer a mudança de comportamento, do ambiente. E, quando voltarmos, trabalharmos esse ambiente horrível entre nós porque ninguém esperava esse resultado. É trabalhar entre nós para estarmos recuperados - pediu o técnico.