icons.title signature.placeholder Alexandre Braz
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08/07/2013
15:34

Emprestado pelo Botafogo mais uma vez ao Boavista para a disputa da Copa Rio no segundo semestre de 2012, e do Campeonato Carioca deste ano, o goleiro Luis Guilherme, de 22 anos, não conseguiu oportunidades para mostrar seu potencial no clube da Região dos Lagos. Apesar disso, o jogador aproveitou o período longe de General Severiano para crescer com a experiência de jogar em um clube de menor estrutura.

Treinando com os demais goleiros alvinegros desde maio, quando voltou ao Botafogo, Luis tem se destacado nos trenamentos. A falta de chances não o desmotiva, pelo contrário, segundo ele, isso serve como estímulo.

- Amadureci muito mesmo não jogando no Boavista. No Botafogo continuo neste crescimento, já que trabalho com excelentes goleiros e com um baita profissional, que é o Flavio Tenius (preparador de goleiros do Botafogo). O fato de eu estar voltando de empréstimo e ter que mostrar serviço me motiva a treinar cada vez mais forte para buscar meu espaço aqui dentro - afirma Luis.

Acompanhando o trabalho do goleiro de perto, Flavio Tenius reconhece que a saída do clube foi de extrema valia para Luis. Na avaliação dele, o jogador, que foi promovido aos profissionais quando ainda tinha idade de juvenil, atrapalhou o desenvolvimento de um jovem de futuro promissor.

- O goleiro precisa estar jogando sempre. O Luis subiu muito cedo e teve pouca oportunidade de jogar, o que é ruim. Mas ele está amadurecido, consciente das dificuldades que os goleiros enfrentam com a pouca rotatividade nos clubes. Ele está muito bem nos treinos, outro dia o Oswaldo comentou comigo sobre isso. Ele é um jogador de grande envergadura e potencial - disse Flavio.

SONHO DE PERMANECER

Luis Guilherme chegou ao Botafogo aos 12 anos. Com 10 anos de General Severiano e com mais três de contrato, ele mantém vivo o sonho de brilhar. Para isso, sabe que tudo dependerá de uma compilação fatores, mas o principal, segundo ele, serão os resultados que virão com o trabalho diário.

- Espero me manter aqui. Mas isso não depende apenas das minhas aspirações, mas principalmente do meu desempenho. Se eu não treinar bem, as chances diminuem.

VIDA ACADÊMICA

Além da carreira de jogador de futebol, Luis Guilherme está cursando psicologia. No 6º período, ele não se acomoda, lutando diariamente para conciliar as duas tarefas.

- Não é fácil, já que os treinos são desgastantes. Mas é meu dever como cidadão. O futebol esta em primeiro lugar, mas quero ir além. O estudo também me ajuda a ver o esporte por muito outros ângulos. É um projeto a longo prazo - disse Luis, que além de jogar no Botafogo teve passagens pelas seleções brasileiras de base.


Emprestado pelo Botafogo mais uma vez ao Boavista para a disputa da Copa Rio no segundo semestre de 2012, e do Campeonato Carioca deste ano, o goleiro Luis Guilherme, de 22 anos, não conseguiu oportunidades para mostrar seu potencial no clube da Região dos Lagos. Apesar disso, o jogador aproveitou o período longe de General Severiano para crescer com a experiência de jogar em um clube de menor estrutura.

Treinando com os demais goleiros alvinegros desde maio, quando voltou ao Botafogo, Luis tem se destacado nos trenamentos. A falta de chances não o desmotiva, pelo contrário, segundo ele, isso serve como estímulo.

- Amadureci muito mesmo não jogando no Boavista. No Botafogo continuo neste crescimento, já que trabalho com excelentes goleiros e com um baita profissional, que é o Flavio Tenius (preparador de goleiros do Botafogo). O fato de eu estar voltando de empréstimo e ter que mostrar serviço me motiva a treinar cada vez mais forte para buscar meu espaço aqui dentro - afirma Luis.

Acompanhando o trabalho do goleiro de perto, Flavio Tenius reconhece que a saída do clube foi de extrema valia para Luis. Na avaliação dele, o jogador, que foi promovido aos profissionais quando ainda tinha idade de juvenil, atrapalhou o desenvolvimento de um jovem de futuro promissor.

- O goleiro precisa estar jogando sempre. O Luis subiu muito cedo e teve pouca oportunidade de jogar, o que é ruim. Mas ele está amadurecido, consciente das dificuldades que os goleiros enfrentam com a pouca rotatividade nos clubes. Ele está muito bem nos treinos, outro dia o Oswaldo comentou comigo sobre isso. Ele é um jogador de grande envergadura e potencial - disse Flavio.

SONHO DE PERMANECER

Luis Guilherme chegou ao Botafogo aos 12 anos. Com 10 anos de General Severiano e com mais três de contrato, ele mantém vivo o sonho de brilhar. Para isso, sabe que tudo dependerá de uma compilação fatores, mas o principal, segundo ele, serão os resultados que virão com o trabalho diário.

- Espero me manter aqui. Mas isso não depende apenas das minhas aspirações, mas principalmente do meu desempenho. Se eu não treinar bem, as chances diminuem.

VIDA ACADÊMICA

Além da carreira de jogador de futebol, Luis Guilherme está cursando psicologia. No 6º período, ele não se acomoda, lutando diariamente para conciliar as duas tarefas.

- Não é fácil, já que os treinos são desgastantes. Mas é meu dever como cidadão. O futebol esta em primeiro lugar, mas quero ir além. O estudo também me ajuda a ver o esporte por muito outros ângulos. É um projeto a longo prazo - disse Luis, que além de jogar no Botafogo teve passagens pelas seleções brasileiras de base.