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24/07/2013
10:54

Um garoto de apenas 11 anos teve o seu braço quebrado no último domingo, mas considera-se o jovem mais sortudo do mundo. Tudo por um simples motivo: o responsável foi Cristiano Ronaldo. No amistoso do Real Madrid contra o modesto Bournemouth, na Inglaterra, Charlie Sherwood tentou defender uma cobrança de falta do português, que foi para fora e em direção à torcida, e seu pulso não resistiu.

- É uma das maneiras mais espetaculares de quebrar o braço. Prefiro quebrar assim do que brincando em uma árvore, como aconteceu com o meu pai. Se não tivesse colocado a minha mãe esquerda e forçasse os ossos da minha mão, ia acabar sem os dentes - começou o jovem, que completou ao "The Sun":

- Doeu muito. Contei aos meus amigos e eles não acreditam. Ronaldo é o jogador mais caro do mundo e quebrou o meu braço.

Pelo menos, além da lembrança, que para o jovem é boa, um presente. Cristiano Ronaldo e os seus companheiros enviaram uma camisa autografada ao jovem, que foi entregue por Steve Flecther, ex-jogador do Bournemouth. Em campo, vitória merengue por 6 a 0. E Charlie ficou até o fim, nem a dor o tirou do jogo.

Um garoto de apenas 11 anos teve o seu braço quebrado no último domingo, mas considera-se o jovem mais sortudo do mundo. Tudo por um simples motivo: o responsável foi Cristiano Ronaldo. No amistoso do Real Madrid contra o modesto Bournemouth, na Inglaterra, Charlie Sherwood tentou defender uma cobrança de falta do português, que foi para fora e em direção à torcida, e seu pulso não resistiu.

- É uma das maneiras mais espetaculares de quebrar o braço. Prefiro quebrar assim do que brincando em uma árvore, como aconteceu com o meu pai. Se não tivesse colocado a minha mãe esquerda e forçasse os ossos da minha mão, ia acabar sem os dentes - começou o jovem, que completou ao "The Sun":

- Doeu muito. Contei aos meus amigos e eles não acreditam. Ronaldo é o jogador mais caro do mundo e quebrou o meu braço.

Pelo menos, além da lembrança, que para o jovem é boa, um presente. Cristiano Ronaldo e os seus companheiros enviaram uma camisa autografada ao jovem, que foi entregue por Steve Flecther, ex-jogador do Bournemouth. Em campo, vitória merengue por 6 a 0. E Charlie ficou até o fim, nem a dor o tirou do jogo.