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29/11/2013
08:04

Apesar do governo federal ter liberado R$ 7 milhões para o entorno do Estádio Beira-Rio, ainda há um problema para a pavimentação no pátio interno da casa colorada. Fora do contrato entre Internacional e Andrade Gutierrez, o pavimento do local que receberá a circulação interna do estádio é assunto constante do presidente Giovanni Luigi e da vice-presidente Diana Oliveira, responsável pelas obras. O clube entende que há tempo hábil para que a situação seja resolvida até janeiro.

É no primeiro mês de 2014 que se projeta a utilização do Beira-Rio pela primeira vez. Mesmo que a inauguração esteja marcada para abril, o estádio será utilizado no Campeonato Gaúcho do próximo ano. Ao menos, é a expectativa de momento dos dirigentes colorados. A União liberou a verba para uma área pertecente a Prefeitura de Porto Alegre.

- É um tema que não foi coberto no contrato quando da negociação. Foi um tema que explicitamente e conscientemente ficou de fora do escopo original. O presidente Giovanni Luigi está avaliando algumas alternativas possíveis, a Brio, que é a nossa parceira, também está sendo sensível ao tema. Tenho expectativa que possamos estar com esse tema encaminhado para quando o equipamento comece a ser utilizado plenamente - disse o presidente da Comissão de Obras, Maximiliano Carlomagno, à Rádio Gaúcha.

O compromisso da Andrade Gutierrez é entregar a obra pronta no dia 31 de dezembro. A projeção é de término da reforma no dia 15 do mesmo mês, embora seja bastante otimista - atualmente, o estádio está com 92% das obras concluídas. O tempo não é problema para o Inter em relação ao pavimento do entorno, garante Carlomagno.

- Diria que não é uma obra de grande complexidade, é importante porque realmente é necessária para se ter uma exploração adequada do local e complementar efetivamente essa gama de produtos e serviços disponibilizados. Temos que buscar a solução. Entendemos que há um prazo adequado para isso. O presidente está 100% embuído na busca dessa solução - completou.

O Inter espera poder usar o estádio já no Gauchão de 2014, embora não nos primeiros jogos. Carlomagno trata a transição com cautela. Sabe que o Colorado precisa do estádio - a justificativa maior por mais um ano ruim é a de ter ficado fora do Beira-Rio - mas também argumenta que será necessário uma adaptação às necessidades do momento de retornar à casa. Até porque uma série de documentos, como o Habite-se, pode não liberar o estádio ainda em janeiro.