icons.title signature.placeholder Joana Bueno
28/11/2014
12:42

Podolski estreou na seleção alemã em 2004 e desde então acumula 47 gols em 121 partidas pela Nationalmannschaft. No entanto, nos últimos anos o atacante vem passando mais tempo no banco que em campo. Tanto no Arsenal quanto na equipe nacional, Poldi se tornou um "reserva de luxo".

O atacante chegou ao Arsenal em 2012 e, depois de uma boa primeira temporada, sofreu com lesões, que o fizeram perder espaço no time. Atualmente em boa forma, o jogador agora briga para voltar ao time titular.

E não é só ele que está insatisfeito com o pouco tempo que passa em campo. O técnico da Alemanha, Joachim Löw, declarou recentemente que Podolski deveria deixar o Arsenal para que, com mais ritmo de jogo, ele possa voltar a ser titular também na Alemanha.

Em entrevista ao LANCE!Net, Podolski assumiu a sua insatisfação com a reserva no Arsenal e, sobre a seleção alemã. evitou comparar a equipe atual com Nationalmannschaft de outras épocas.

Ser um jogador reserva, tanto no Arsenal quando na Alemanha, não parece ter mudado o seu jeito de jogar. Você acha que se fosse titular no Arsenal poderia voltar a ser titular também na Alemanha?

Eu estou satisfeito com o Arsenal, gosto do nosso time e me sinto em casa em Londres. Ao mesmo tempo, a minha situação atual não é nada fácil. Não jogo tempo suficiente. Isso tem que mudar, e isso significa, principalmente, que eu tenho que mudar essa situação, eu tenho que competir mais forte durante os treinamentos. O que eu quero dizer é que com o jeito que as coisas estão, eu não posso ficar satisfeito. Eu sou simplesmente um cara que gosta de competição. Vou tentar falar com o técnico Arsène Wenger. E vou dar tudo de mim nos treinos. E vamos ver aonde isso vai me levar.

A seleção alemã sempre foi conhecida foi ter grandes times, mas muito disciplinados tecnicamente. Hoje em dia, vemos uma seleção com grandes talentos individuais, jogando um futebol mais “brasileiro”. Você concorda? Qual é a razão para essa mudança, na sua opinião?

Eu não gosto de comparações. No passado, a vida era diferente, e o futebol era diferente também. O jogo muda constantemente, essa evolução do jogo nunca parou, nem nas últimas três décadas, nem nos últimos cinco anos. Simplesmente não se pode comparar diferentes épocas do jogo.