icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
23/03/2014
15:36

A volta da delgação do Fluminense de Fortaleza, na madrugada de sexta-feira, após a derrota para o Horizonte, pela Copa do Brasil, gerou um mal-estar entre algumas lideranças do elenco tricolor e integrantes da diretoria e comissão técnica. Isto porque, o técnico Renato Gaúcho e o vice de futebol, Ricardo Tenório, voltaram em um jato particular, ao invés do voo em que se encontrava todos os atletas.

Contudo, a situação acabou sendo esclarecida já no Rio de Janeiro. O motivo alegado para Renato e Tenório não figuraram no mesmo voo da delegação dos atletas foi a falta de vagas na hora que a logística foi definida. Assim, ao invés de estarem com passagens compradas para às 3h de sexta, o bilhete era para às 3h25.

Para faciitar, ambos preferiram voltar no jato particular do Vice-Presidente de Projetos Especiais, Pedro Antonio Ribeiro, que costuma acompanhar a delegação tricolor por conta própria.

Contudo, a relação entre a diretoria do Fluminense e os jogadores não é tão franca como anteriormente. Este, inclusive, é um dos motivos para  Celso Barros, presidente da parceira e patrocinadora do clube, querer o retorno do diretor executivo, Rodrigo Caetano. O dirigente é considerado "linha dura" para comandar e intermediava a relação entre atletas e diretoria.

No clube, algumas pessoas da diretoria já foram cotadas para assumir a função de executivo, porém os nomes são vistos com desconfiança pelos próprios atletas, que atrapalharia na chamada "saúde do vestiário", e até mesmo por Celso Barros, que possuía relação forte com Caetano e com o ex-vice de futebol, Sandro Lima. Por fim, os nomes em questão também não são considerados "linha dura" como o mandatário da Unimed deseja.