icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro e Thiago Fernandes
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13/07/2013
07:00

Quando Cuca colocou Guilherme nos minutos finais do jogo entre Atlético-MG e Newell's, a torcida não deve ter gostado muito. Mas a escolhe foi precisa e, agora, o atacante virou um herói do clube.

A bronca da Massa com Guilherme era justificável, mas a relação tem tudo para mudar depois que o camisa 17 fez o gol que garantiu a sobrevida do time na Libertadores. Se o Galo está na final da competição, muito se deve ao chute certeiro de um jogador que, há pouco tempo, queria sair.

O maior investimento do Atlético na História (perdeu para André na soma das parcelas pagas) virou o sentido da maré e começa a ser visto de forma diferente pela torcida.

– Todo mundo sabe que estou me esforçando para ajudar e, ainda que tenham ocorrido algumas lesões que me atrapalharam durante este
percurso, eu nunca deixei de honrar as cores e a camisa do clube – disse o atacante, em entrevista ao LANCE!Net.

Frio, como o próprio treinador Cuca o classificou, Guilherme curte dias de salvador da pátria com os pés no chão, e concorda com as palavras de seu técnico. Mais do que isso, seu jeito ‘sem emoção’ de ser foi, para ele, fundamental para decidir em momentos de tensão como o presenciado no Independência.

– Eu concordo com ele e me considero um jogador frio. Talvez, se não fosse assim, não conseguiria fazer aquele gol. Sou mais quieto, concentrado. Alguns confundem isso com preguiça, com falta de interesse, mas é o meu jeito de jogar. Ninguém que corre 10 km numa partida pode ser considerado preguiçoso (risos) – completou o herói.

BATE-BOLA COM GUILHERME

L!Net: O Cuca disse que você é um jogador frio. Você tem noção da dimensão do gol contra o Newell's?
Eu corro, suo a camisa e faço de tudo lá dentro de campo para que o nosso time saia com a vitória. Sobre a importância do gol de quarta-feira, a ficha ainda não caiu. Ainda não tenho a dimensão exata. Espero que na final possam vir outros gols e também o título. Se levantarmos a taça, aí sim, o tamanho desse feito que conseguimos na quarta-feira vai aumentar ainda mais e esse gol que fiz, certamente, entrará para a história do clube.

L!Net: Você tem a chance de entrar na final de quarta. Como lidar com essa expectativa?
A expectativa para o jogo é muito grande e não poderia ser diferente. Ainda teremos um compromisso pelo Brasileirão neste fim de semana, mas estamos muito focados nessa partida final contra o Olímpia. Não há como negar. Serão os dois jogos mais importantes da história do clube e todos aqui querem que ela termine da melhor maneira possível. Caso o Cuca opte pela minha entrada, estou preparado e muito confiante para o jogo.

L!Net: Sente-se diferente no Atlético e pronto para escrever capítulos tão bonitos quanto o do gol?
Eu trabalho e me preparo todos os dias, a cada treinamento e a cada jogo para que possa fazer o meu melhor e para que venham esses novos capítulos. E um gol como esse e a vitória, da maneira como ela veio, me trarão ainda mais confiança. Deus guardou esse momento especial para mim, mas tenho certeza de que Ele só me abençoou pelo meu esforço, minha dedicação ao clube e também pela entrega dos meus companheiros dentro de campo. Tenho certeza de que é uma partida que todos guardarão na memória pelo resto de suas vidas.

L!Net: O que o Cuca te falou antes de entrar em campo na quarta?
Ele passou as instruções para mim e para o Alecsandro, pediu que eu caísse pela direita e também me passou confiança ali na beira do campo. Naquele momento, não há muito que falar além do que ele quer que a gente faça, de reforçar o trabalho que foi feito antes da partida e de o técnico dar aquela força final antes de o jogador entrar em campo. Graças a Deus, pude fazer o que ele me pediu e saímos com essa tão sonhada classificação.

L!Net: Como está a relação com a torcida do Atlético depois do gol?
A relação com a torcida é boa. São torcedores que fazem de tudo pelo clube, são fanáticos de verdade e que querem o bem do Atlético, assim como eu e meus companheiros também queremos. Claro que houve uma desconfiança quando cheguei, por ter jogado no rival, mas isso vem diminuindo. A torcida sabe reconhecer isso e sabe que eu vou dar sangue toda vez que entrar em campo pelo Atlético. Depois do gol, é claro, ficou ainda mais bacana e essa relação só tende a melhorar.

L!Net: Aquele gol foi o mais importante de sua carreira?
Sem dúvidas! Até agora é o mais importante. Mas espero que tenha mais coisas boas guardadas para a final.

Quando Cuca colocou Guilherme nos minutos finais do jogo entre Atlético-MG e Newell's, a torcida não deve ter gostado muito. Mas a escolhe foi precisa e, agora, o atacante virou um herói do clube.

A bronca da Massa com Guilherme era justificável, mas a relação tem tudo para mudar depois que o camisa 17 fez o gol que garantiu a sobrevida do time na Libertadores. Se o Galo está na final da competição, muito se deve ao chute certeiro de um jogador que, há pouco tempo, queria sair.

O maior investimento do Atlético na História (perdeu para André na soma das parcelas pagas) virou o sentido da maré e começa a ser visto de forma diferente pela torcida.

– Todo mundo sabe que estou me esforçando para ajudar e, ainda que tenham ocorrido algumas lesões que me atrapalharam durante este
percurso, eu nunca deixei de honrar as cores e a camisa do clube – disse o atacante, em entrevista ao LANCE!Net.

Frio, como o próprio treinador Cuca o classificou, Guilherme curte dias de salvador da pátria com os pés no chão, e concorda com as palavras de seu técnico. Mais do que isso, seu jeito ‘sem emoção’ de ser foi, para ele, fundamental para decidir em momentos de tensão como o presenciado no Independência.

– Eu concordo com ele e me considero um jogador frio. Talvez, se não fosse assim, não conseguiria fazer aquele gol. Sou mais quieto, concentrado. Alguns confundem isso com preguiça, com falta de interesse, mas é o meu jeito de jogar. Ninguém que corre 10 km numa partida pode ser considerado preguiçoso (risos) – completou o herói.

BATE-BOLA COM GUILHERME

L!Net: O Cuca disse que você é um jogador frio. Você tem noção da dimensão do gol contra o Newell's?
Eu corro, suo a camisa e faço de tudo lá dentro de campo para que o nosso time saia com a vitória. Sobre a importância do gol de quarta-feira, a ficha ainda não caiu. Ainda não tenho a dimensão exata. Espero que na final possam vir outros gols e também o título. Se levantarmos a taça, aí sim, o tamanho desse feito que conseguimos na quarta-feira vai aumentar ainda mais e esse gol que fiz, certamente, entrará para a história do clube.

L!Net: Você tem a chance de entrar na final de quarta. Como lidar com essa expectativa?
A expectativa para o jogo é muito grande e não poderia ser diferente. Ainda teremos um compromisso pelo Brasileirão neste fim de semana, mas estamos muito focados nessa partida final contra o Olímpia. Não há como negar. Serão os dois jogos mais importantes da história do clube e todos aqui querem que ela termine da melhor maneira possível. Caso o Cuca opte pela minha entrada, estou preparado e muito confiante para o jogo.

L!Net: Sente-se diferente no Atlético e pronto para escrever capítulos tão bonitos quanto o do gol?
Eu trabalho e me preparo todos os dias, a cada treinamento e a cada jogo para que possa fazer o meu melhor e para que venham esses novos capítulos. E um gol como esse e a vitória, da maneira como ela veio, me trarão ainda mais confiança. Deus guardou esse momento especial para mim, mas tenho certeza de que Ele só me abençoou pelo meu esforço, minha dedicação ao clube e também pela entrega dos meus companheiros dentro de campo. Tenho certeza de que é uma partida que todos guardarão na memória pelo resto de suas vidas.

L!Net: O que o Cuca te falou antes de entrar em campo na quarta?
Ele passou as instruções para mim e para o Alecsandro, pediu que eu caísse pela direita e também me passou confiança ali na beira do campo. Naquele momento, não há muito que falar além do que ele quer que a gente faça, de reforçar o trabalho que foi feito antes da partida e de o técnico dar aquela força final antes de o jogador entrar em campo. Graças a Deus, pude fazer o que ele me pediu e saímos com essa tão sonhada classificação.

L!Net: Como está a relação com a torcida do Atlético depois do gol?
A relação com a torcida é boa. São torcedores que fazem de tudo pelo clube, são fanáticos de verdade e que querem o bem do Atlético, assim como eu e meus companheiros também queremos. Claro que houve uma desconfiança quando cheguei, por ter jogado no rival, mas isso vem diminuindo. A torcida sabe reconhecer isso e sabe que eu vou dar sangue toda vez que entrar em campo pelo Atlético. Depois do gol, é claro, ficou ainda mais bacana e essa relação só tende a melhorar.

L!Net: Aquele gol foi o mais importante de sua carreira?
Sem dúvidas! Até agora é o mais importante. Mas espero que tenha mais coisas boas guardadas para a final.