icons.title signature.placeholder Fellipe Lucena
07/03/2014
18:51

Gilson Kleina foi mais um dos personagens do futebol brasileiro que ficou indignado e cobrou providências das autoridades contra atos de racismo. O tema voltou ao debate nesta semana no Brasil após insultos contra o volante Arouca, do Santos, e o árbitro Márcio Chagas. O técnico do Palmeiras acha que não pode haver tolerância nestes casos.

- Tem de investir na educação e radicalizar. Tem que pegar a pessoa, prender, fazer pagar pelos atos. Já existem leis, inclusive na Justiça Desportiva, para punir isso. Um país como o nosso, com várias etnias, não pode ter esse desrespeito - comentou Kleina, ao L!Net.

- A gente fica muito triste porque vamos sediar a Copa do Mundo daqui dois meses. A Copa mostra aos outros países como é o Brasil, mostra a realidade, a cultura, o povo... E a gente está dando mau exemplo - completou.

Gilson Kleina não conhece pessoalmente os envolvidos nos casos da semana, mas mostrou solidariedade aos colegas de profissão.

- Isso é, simplesmente, falta de educação e ignorância. Pessoas que tratam um ser humano dessa forma não podem ser consideradas normais. Todas as raízes têm de ser respeitadas. Sou solidário ao árbitro Márcio Chagas e ao Arouca. Não os conheço, mas são como se fossem atletas meus, parentes, amigos... - disse o técnico do Verdão.