icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
20/11/2014
22:00

Maior vencedor de Grand Slams, com 17 títulos, segundo no ranking de conquistas em torneios Masters 1.000, com 23 taças, tenista que mais vezes apareceu na liderança do ranking da ATP, com 302 semanas, dono de duas medalhas olímpicas (ouro nas duplas em Pequim-2008 e prata em simples em Londres-2012). O que falta para Roger Federer (2º), após 82 conquistas (de simples) na carreira? O troféu da Copa Davis.

A partir desta sexta-feira, a resposta acima pode mudar. Afinal, comandada pelo atual número 2 do mundo, a Suíça começa a decidir a competição contra a França, no Estádio Pierre Mauroy, em Lille (FRA). Enquanto os suíços buscam o primeiro título, os franceses querem a décima taça – a última veio em 2001.

Ainda em recuperação de uma lesão nas costas, Federer mantém o mistério sobre sua participação no duelo. Na quuarta-feira, seu nome foi colocado no sorteio dos confrontos. Assim, ele está selecionado para a segunda partida do dia, contra Gael Monfils (19º). Antes disso, Stan Wawrinka (4º) encara Jo-Wilfried Tsonga (12º), às 11h (horário de Brasília).

– Vamos ver nesta sexta. Somente a partida nos dá todas as respostas realmente. Treinei, mas não foi para atingir meu 100%. Nunca dou todo meu potencial em um treinamento no dia anterior a um jogo importante – despistou o tenistas suíço ao ser questionado se estava recuperado.

A equipe francesa não demonstrou preocupação com a escalação.

– Não é uma surpresa. Para nós, era óbvio que Federer jogaria. Nossa preparação foi para estarmos prontos para jogar contra ele e Stan – afirmou o capitão, Arnaud Clement.

Apesar dos indícios de que Federer irá jogar, ainda existe a possibilidade de ele ser substituído. Em caso de lesão, a equipe pode trocar o tenista com uma hora de antecedência para o início do jogo. Resta saber se as dores nas costas vão segurar o suíço na busca por novos recordes.