icons.title signature.placeholder Luis Fernando Ramos, enviado especial a Budapeste
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26/07/2013
08:00

A corrida mais quente na história da Fórmula 1 foi o Grande Prêmio do Bahrein de 2005, quando a medição oficial da categoria registrou 41,9ºC durante a prova. Marca que pode ser quebrada neste domingo, em Budapeste. Uma onda de calor é esperada na Europa central e os meteorologistas apostam em temperaturas acima de 40 graus.

Claro que isto traz um efeito não só sobre os pilotos, mas também sobre os carros. O LANCE! conversou com o carioca Ricardo Penteado, chefe de motores da equipe Lotus, sobre as medidas tomadas para garantir que os motores funcionem bem sob uma temperatura tão alta.

- Para garantir uma boa refrigeração, é preciso aumentar o fluxo de ar até o motor e o câmbio. Fazemos isto diminuindo a carenagem na traseira do carro. Uma abertura maior ali acaba ‘sugando’ um volume maior de ar entrando pelos radiadores - explicou.

Os pilotos sofrem mais pelo fato do traçado de Hungaroring ter uma sequência grande de curvas e apenas uma reta maior para eles “respirarem”. Quem explica isso é o venezuelano Pastor Maldonado, da Williams.

- O traçado lembra o de Mônaco, com curvas demais e pouca ventilação. Você quase não tem descanso em uma volta, sobretudo mentalmente. É estressante e você sente isso ao final da prova. Só que em Mônaco a temperatura gira em torno de 25 graus. Aqui, será brutal para os pilotos.

A grande questão é em relação aos pneus. A partir da corrida deste final de semana, a Pirelli introduzirá uma nova mudança nos voltando, colocando os compostos originais deste ano numa construção similar à utilizada no ano passado. O modelo foi testado na semana passada em Silverstone e os pilotos celebraram a não ocorrência de nenhum tipo de problema. Mas na Hungria pode ser diferente.

- Aqui a força colocada sobre os pneus é longitudinal, não lateral, o que ainda não foi testado. Não acredito que teremos novos problemas de pneus se desfazendo. Mas certamente poderemos ter a necessidade de várias trocas nos boxes. Se o asfalto está quente, o efeito disso no desgaste dos pneus é muito grande - esclareceu Maldonado.

A corrida mais quente na história da Fórmula 1 foi o Grande Prêmio do Bahrein de 2005, quando a medição oficial da categoria registrou 41,9ºC durante a prova. Marca que pode ser quebrada neste domingo, em Budapeste. Uma onda de calor é esperada na Europa central e os meteorologistas apostam em temperaturas acima de 40 graus.

Claro que isto traz um efeito não só sobre os pilotos, mas também sobre os carros. O LANCE! conversou com o carioca Ricardo Penteado, chefe de motores da equipe Lotus, sobre as medidas tomadas para garantir que os motores funcionem bem sob uma temperatura tão alta.

- Para garantir uma boa refrigeração, é preciso aumentar o fluxo de ar até o motor e o câmbio. Fazemos isto diminuindo a carenagem na traseira do carro. Uma abertura maior ali acaba ‘sugando’ um volume maior de ar entrando pelos radiadores - explicou.

Os pilotos sofrem mais pelo fato do traçado de Hungaroring ter uma sequência grande de curvas e apenas uma reta maior para eles “respirarem”. Quem explica isso é o venezuelano Pastor Maldonado, da Williams.

- O traçado lembra o de Mônaco, com curvas demais e pouca ventilação. Você quase não tem descanso em uma volta, sobretudo mentalmente. É estressante e você sente isso ao final da prova. Só que em Mônaco a temperatura gira em torno de 25 graus. Aqui, será brutal para os pilotos.

A grande questão é em relação aos pneus. A partir da corrida deste final de semana, a Pirelli introduzirá uma nova mudança nos voltando, colocando os compostos originais deste ano numa construção similar à utilizada no ano passado. O modelo foi testado na semana passada em Silverstone e os pilotos celebraram a não ocorrência de nenhum tipo de problema. Mas na Hungria pode ser diferente.

- Aqui a força colocada sobre os pneus é longitudinal, não lateral, o que ainda não foi testado. Não acredito que teremos novos problemas de pneus se desfazendo. Mas certamente poderemos ter a necessidade de várias trocas nos boxes. Se o asfalto está quente, o efeito disso no desgaste dos pneus é muito grande - esclareceu Maldonado.