icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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17/07/2013
17:17

O Atlético-MG terminou a segunda fase da Copa Libertadores com a melhor campanha. E, mesmo que não tenha o Independência para jogar a final, irá definir o torneio no Mineirão, sua antiga casa. Com Ronaldinho, Jô, Tardelli e Réver, o time brasileiro coloca em campo o futebol mais vistoso contra a camisa pesada do Olimpia.

O Decano possui seis finais de Copa Libertadores e, para seguir na força da tradição, ganhou seus três títulos sempre jogando o segundo jogo na casa do adversário. Na sala de troféus na sua sede social, o 'Rey de Copas' ostenta seu passado brilhante na competição. Há as réplicas das taças Libertadores de 1979, 1990 e 2002 expostas para os torcedores tirarem fotos. Pelo cômodo, fotos nas paredes lembram os grandes esquadrões.

- Somos os maiores campeões do Paraguai, o maior time do país. O (Atlético) Mineiro é forte, temos que ter cuidado, mas, dentro de casa, o Olimpia precisa se impor – afirmou Ronaldo Almirón, funcionário do Olimpia.

O futebol do Galo, ofensivo e fatal em seus domínios, é motivo de preocupação para a torcida do Olimpia. Mas o time paraguaio também está invicto dentro de casa, no Defensores del Chaco. Dentro do clube brasileiro, a ideia é atacar nesta quarta e evitar que o Olimpia venha para o Mineirão com o pensamento de amarrar o jogo.

Taça da Libertadores de 1990, entrada do Olimpia e sala de troféus (Fotos: Frederico Ribeiro)

O Atlético-MG terminou a segunda fase da Copa Libertadores com a melhor campanha. E, mesmo que não tenha o Independência para jogar a final, irá definir o torneio no Mineirão, sua antiga casa. Com Ronaldinho, Jô, Tardelli e Réver, o time brasileiro coloca em campo o futebol mais vistoso contra a camisa pesada do Olimpia.

O Decano possui seis finais de Copa Libertadores e, para seguir na força da tradição, ganhou seus três títulos sempre jogando o segundo jogo na casa do adversário. Na sala de troféus na sua sede social, o 'Rey de Copas' ostenta seu passado brilhante na competição. Há as réplicas das taças Libertadores de 1979, 1990 e 2002 expostas para os torcedores tirarem fotos. Pelo cômodo, fotos nas paredes lembram os grandes esquadrões.

- Somos os maiores campeões do Paraguai, o maior time do país. O (Atlético) Mineiro é forte, temos que ter cuidado, mas, dentro de casa, o Olimpia precisa se impor – afirmou Ronaldo Almirón, funcionário do Olimpia.

O futebol do Galo, ofensivo e fatal em seus domínios, é motivo de preocupação para a torcida do Olimpia. Mas o time paraguaio também está invicto dentro de casa, no Defensores del Chaco. Dentro do clube brasileiro, a ideia é atacar nesta quarta e evitar que o Olimpia venha para o Mineirão com o pensamento de amarrar o jogo.

Taça da Libertadores de 1990, entrada do Olimpia e sala de troféus (Fotos: Frederico Ribeiro)