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13/11/2014
17:44

Aos 34 anos de idade, Luis Fabiano confia que pode seguir atuando em alto nível por até mais quatro temporadas. O centroavante, herói do São Paulo no empate em 1 a 1 na última quarta-feira contra o Internacional, tem mais um ano de contrato com o Tricolor e mantém o futuro indefinido paa depois de 2015. A única certeza do artilheiro é que a briga será sempre para ser titular.

- Para ter identificação com outro clube, será difícil. Até porque, se mudar de time, terei mais no máximo três anos de contrato. Penso em jogar até 36, 37 anos. Dependende de como me encontrar, estender um pouco mais até os 38 anos. Independentemente do lugar onde estiver, vou com a condição de brigar para ser titular. Se for para ser reserva... - afirmou o camisa 9.

No início da semana, o nome de Luis surgiu como possível alvo do Flamengo, que já teria até procurado a diretoria tricolor pelo atacante. Fabuloso, no entanto, nega que tenha a intenção de deixar o Morumbi antes do fim do contrato, que termina em dezembro do próximo ano. Mais uma vez, passou a responsabilidade da renovação com o São Paulo para a diretoria e brincou com as cobranças que costuma receber no clube.

- É muito cedo para falar de renovação. Se é que vai haver interesse por parte do São Paulo. É minha primeira opção, sempre deixei isso claro. Estou aqui há muito tempo, conheço bem a casa, a minha família está feliz. Mas não tem jeito, sempre vou ser o cobrado da situação. Realmente é curioso. Quando não estou jogando, a culpa é minha (risos). Nunca é o companheiro que está bem. Quando entro e faço gol, fazem aquela festa toda. Minha vida aqui não é fácil, mas eu gosto desse tipo de coisa. Sempre passei por cima dessas situações desagradáveis - destacou.

Ainda sobre o interesse do Flamengo, Fabuloso acredita que alguém ligado ao Rubro-Negro possa ter vazado uma possível lista de reforços pensados por Vanderlei Luxemburgo. Outra convicção de Luis é que uma proposta feita pelo antigo diretor de futebol, Adalberto Batista, faz parte do passado. Responsável por trazê-lo da Espanha em 2011, o dirigente convidou o artilheiro para integrar a diretoria do clube após pendurar as chuteiras.

- Era um projeto que eu tinha com Adalberto, que me trouxe. Era coisa da outra diretoria (de Juvenal Juvêncio). Exisitia essa possibilidade de permanecer no clube, trabalhando, mas isso faz parte do passado. Isso já não está mais em pauta - sentenciou.