icons.title signature.placeholder Felipe Mendes, enviado especial*
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13/07/2013
06:50

O sempre temido time masculino de basquete dos Estados Unidos não foi tão temido assim na Universíade de Kazan, na Rússia. Na sexta-feira, após a derrota para o Canadá, por 94 a 85, pelo Grupo C, os americanos não conseguiram passar da fase de grupos. Na primeira fase, os EUA disputaram cinco partidas, ganharam três e perderam duas. O outro revés foi para a Austrália.

Em Kazan, os EUA não enviaram o chamado Studants Dream Team (Time dos Sonhos de Estudantes), mas têm jogadores de universidades famosas como Dukes, Michigan e North Carolina. Na equipe que disputa a Universíade, e que agora vai brigar pelo 9º ao 16º, o destaque é Luke Hancock, melhor jogador nas finais do campeonato estudantil americano. Ele é o único que tem chamado a atenção das equipes da NBA.

Essa, porém, não é a primeira vez que os EUA decepcionam no basquete masculino na Universíade. Em Shenzhen-2011, a equipe foi eliminada nas quartas de final pela Lituânia. Em Belgrado-2009, foi a vez da Rússia atrapalhar a vida dos americanos na semifinal. Na disputa pelo bronze, os EUA voltaram a perder para os lituanos.

Por outro lado, nos seus dois algozes, Austrália e Canadá, a realidade é outra. Os australianos trouxeram jogadores da sua equipe principal, como Cameron Bairstow e Jason Cadee. Prata em Shenzhen, os canadenses vieram com metade de atletas do time principal. E o técnico é Jay Triano, comandante da equipe adulta e ex-treinador na NBA.

Mas se a equipe masculina dos EUA decepcionou, a feminina não. Com um elenco forte, incluindo Odyssey Sims, campeã em Shenzhen, o time venceu as três partidas na fase de grupos, uma delas contra o Brasil. Nas quartas e final, as americanas eliminaram a Suécia. Neste sábado, elas disputam com a Austrália uma vaga na decisão.

* O repórter viaja a convite da CBDU

O sempre temido time masculino de basquete dos Estados Unidos não foi tão temido assim na Universíade de Kazan, na Rússia. Na sexta-feira, após a derrota para o Canadá, por 94 a 85, pelo Grupo C, os americanos não conseguiram passar da fase de grupos. Na primeira fase, os EUA disputaram cinco partidas, ganharam três e perderam duas. O outro revés foi para a Austrália.

Em Kazan, os EUA não enviaram o chamado Studants Dream Team (Time dos Sonhos de Estudantes), mas têm jogadores de universidades famosas como Dukes, Michigan e North Carolina. Na equipe que disputa a Universíade, e que agora vai brigar pelo 9º ao 16º, o destaque é Luke Hancock, melhor jogador nas finais do campeonato estudantil americano. Ele é o único que tem chamado a atenção das equipes da NBA.

Essa, porém, não é a primeira vez que os EUA decepcionam no basquete masculino na Universíade. Em Shenzhen-2011, a equipe foi eliminada nas quartas de final pela Lituânia. Em Belgrado-2009, foi a vez da Rússia atrapalhar a vida dos americanos na semifinal. Na disputa pelo bronze, os EUA voltaram a perder para os lituanos.

Por outro lado, nos seus dois algozes, Austrália e Canadá, a realidade é outra. Os australianos trouxeram jogadores da sua equipe principal, como Cameron Bairstow e Jason Cadee. Prata em Shenzhen, os canadenses vieram com metade de atletas do time principal. E o técnico é Jay Triano, comandante da equipe adulta e ex-treinador na NBA.

Mas se a equipe masculina dos EUA decepcionou, a feminina não. Com um elenco forte, incluindo Odyssey Sims, campeã em Shenzhen, o time venceu as três partidas na fase de grupos, uma delas contra o Brasil. Nas quartas e final, as americanas eliminaram a Suécia. Neste sábado, elas disputam com a Austrália uma vaga na decisão.

* O repórter viaja a convite da CBDU