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28/07/2013
19:16

O volante Fabrício ganhou novo ânimo com a chegada de Paulo Autuori ao São Paulo. Afastado do grupo com o antecessor Ney Fraco, o jogador voltou ao time com o novo técnico e foi um dos destaques do Tricolor no clássico deste domingo, contra o Corinthians no Pacaembu.

Após o empate por 0 a 0, em que teve atuação elogiada, Fabrício defendeu o seu estilo aguerrido, como parte essencial para o sucesso das equipes. O afastamento do volante foi um pedido de Ney Fraco, que não era entusiasta de seu modo de atuar.

- Este sempre foi meu jeito de jogar, não vou mudar. Tem gente que não gosta, como não gostaram, mas ainda acho isso importante para o futebol. Não pode faltar isso. Senão, vira robô, sem alma. O futebol envolve tanta paixão, por isso não pode entrar ali e achar só mais um jogo. Tem de respeitar o torcedor, que tira comida de casa para ir ao estádio. Tem de jogar também com o coração - analisou o são-paulino.

Fabrício dividiu o mérito de sua boa atuação com os companheiros.

- A equipe foi boa. Acho que fiz uma boa partida, mas a equipe foi muito bem. Quando a equipe é bem postada, vai aparecer um ou outro, mas o importante é cada um fazer bem seu papel, para não tomar gols, beliscar um ponto, três pontos. É assim que se ganha campeonato - afirmou.

Famoso por dar declarações polêmicas, o volante tentou explicar o motivo de seu afastamento e salientou que a diretoria sempre esteve ao seu lado.

- Ah, é gosto, temos de respeitar. Uns gostam de amarelo, outros de branco, fazer o quê? Lutei para me reeintegar de novo, fiz meu trabalho, sabia que muita gente gostava de mim, do meu trabalho, e por isso fiquei - disse o volante.

Corinthians e São Paulo fazem jogo equilibrado e não saem do zero

O volante Fabrício ganhou novo ânimo com a chegada de Paulo Autuori ao São Paulo. Afastado do grupo com o antecessor Ney Fraco, o jogador voltou ao time com o novo técnico e foi um dos destaques do Tricolor no clássico deste domingo, contra o Corinthians no Pacaembu.

Após o empate por 0 a 0, em que teve atuação elogiada, Fabrício defendeu o seu estilo aguerrido, como parte essencial para o sucesso das equipes. O afastamento do volante foi um pedido de Ney Fraco, que não era entusiasta de seu modo de atuar.

- Este sempre foi meu jeito de jogar, não vou mudar. Tem gente que não gosta, como não gostaram, mas ainda acho isso importante para o futebol. Não pode faltar isso. Senão, vira robô, sem alma. O futebol envolve tanta paixão, por isso não pode entrar ali e achar só mais um jogo. Tem de respeitar o torcedor, que tira comida de casa para ir ao estádio. Tem de jogar também com o coração - analisou o são-paulino.

Fabrício dividiu o mérito de sua boa atuação com os companheiros.

- A equipe foi boa. Acho que fiz uma boa partida, mas a equipe foi muito bem. Quando a equipe é bem postada, vai aparecer um ou outro, mas o importante é cada um fazer bem seu papel, para não tomar gols, beliscar um ponto, três pontos. É assim que se ganha campeonato - afirmou.

Famoso por dar declarações polêmicas, o volante tentou explicar o motivo de seu afastamento e salientou que a diretoria sempre esteve ao seu lado.

- Ah, é gosto, temos de respeitar. Uns gostam de amarelo, outros de branco, fazer o quê? Lutei para me reeintegar de novo, fiz meu trabalho, sabia que muita gente gostava de mim, do meu trabalho, e por isso fiquei - disse o volante.

Corinthians e São Paulo fazem jogo equilibrado e não saem do zero