icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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17/07/2013
15:27

O orgulho da Seleção Paraguaia está parecido com o futebol da Albiroja nas Eliminatórias da Copa. Palco do jogo desta quarta-feira entre Olimpia e Atlético-MG, pela primeira final da Libertadores, o Defensores del Chaco é um gigante de quase 100 anos que impressiona pela imponência e infraestrutura secular.

O que não deixa a desejar é a decoração. Pintado de um lado para o outro com as cores do Paraguai e os símbolos de grandes multinacionais (Adidas e Coca-Cola) além da maior operadora de televisão do país (a TigoTV), o estádio da Asociación Paraguay de Fútbol possui muita história de violência em jogos da Liberta. Mas, visitado pela equipe do L!Net antes do duelo entre Decano e Galo, era apenas um gigante dormindo.

- É um estádio bonito, não? Há alguns problemas, mas é um orgulho para a cidade, pois aqui recebemos jogos de Copa América, Eliminatórias da Copa do Mundo. É a casa da nossa seleção – disse um funcionário da rede de televisão Telefuturo, que levada cabos de um lado para o outro na área de imprensa.

Havia funcionários trabalhando no local para ajustar as transmissões de rádio e TV, além de uma equipe de jornalistas brasileiros também inspecionando o local. Na área de imprensa, a presença de uma tomada é motivo para supresa, já que a expectativa era das piores. Contudo, o campo e, principalmente, as arquibancadas gigantes já começam a construir a sensação do duelo das 21h50, horário de Brasília.

Houve uma 'remodelação' do local em 2012, o que lhe dá um ar mais moderno, mas, ainda assim, nada que se compare ao Independência, vetado para o jogo de volta.

Localizado no bairro Sajonia, afastado do centro, o Defensores é um orgulho do futebol local e foi construído, primeiramente, sob o nome de Estádio de Liga. Depois, mudou a nomenclatura para 'Estádio Puerto Sajonia'. Até chegar, em 1974, ao nome atual, que é uma homenagem aos soldados paraguaios que defenderam o país na Guerra do Chaco, contra a Bolívia.

O orgulho da Seleção Paraguaia está parecido com o futebol da Albiroja nas Eliminatórias da Copa. Palco do jogo desta quarta-feira entre Olimpia e Atlético-MG, pela primeira final da Libertadores, o Defensores del Chaco é um gigante de quase 100 anos que impressiona pela imponência e infraestrutura secular.

O que não deixa a desejar é a decoração. Pintado de um lado para o outro com as cores do Paraguai e os símbolos de grandes multinacionais (Adidas e Coca-Cola) além da maior operadora de televisão do país (a TigoTV), o estádio da Asociación Paraguay de Fútbol possui muita história de violência em jogos da Liberta. Mas, visitado pela equipe do L!Net antes do duelo entre Decano e Galo, era apenas um gigante dormindo.

- É um estádio bonito, não? Há alguns problemas, mas é um orgulho para a cidade, pois aqui recebemos jogos de Copa América, Eliminatórias da Copa do Mundo. É a casa da nossa seleção – disse um funcionário da rede de televisão Telefuturo, que levada cabos de um lado para o outro na área de imprensa.

Havia funcionários trabalhando no local para ajustar as transmissões de rádio e TV, além de uma equipe de jornalistas brasileiros também inspecionando o local. Na área de imprensa, a presença de uma tomada é motivo para supresa, já que a expectativa era das piores. Contudo, o campo e, principalmente, as arquibancadas gigantes já começam a construir a sensação do duelo das 21h50, horário de Brasília.

Houve uma 'remodelação' do local em 2012, o que lhe dá um ar mais moderno, mas, ainda assim, nada que se compare ao Independência, vetado para o jogo de volta.

Localizado no bairro Sajonia, afastado do centro, o Defensores é um orgulho do futebol local e foi construído, primeiramente, sob o nome de Estádio de Liga. Depois, mudou a nomenclatura para 'Estádio Puerto Sajonia'. Até chegar, em 1974, ao nome atual, que é uma homenagem aos soldados paraguaios que defenderam o país na Guerra do Chaco, contra a Bolívia.