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03/07/2013
18:49

O defensor público federal André Ordacgy enviou uma representação ao Ministério do Esporte na última semana pedindo a intervenção da pasta para impedir a derrubada do Parque Aquático Júlio de Lamare e do Estádio de Atletismo Célio de Barros. A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) programou para esta quinta-feira, às 15h, uma manifestação contra a demolição dos equipamentos.

No documento, a história das sedes esportivas é usada como uma das justificativas para evitar o fim dos equipamentos. É dito também que as demolições irão afetar a preparação para a Olimpíada de 2016 e que trarão prejuízos para questões culturais e arquitetônicas.

Como argumento, o defensor destaca os investimentos feitos nos locais para o Pan de 2007 (R$ 10 milhões) e para este ciclo olímpico (como verba para compra de equipamentos), ressaltando que isso levaria a um prejuízo das verbas federais e que a derrubada agora não representaria o legado prometido na época.

Ele ainda faz uma comparação do país com Londres, que sediou os últimos Jogos e que disponibilizou 600 instalações esportivas para treinamentos de atletas estrangeiros, enquanto aqui foram anunciados 176 locais para treinos pelo Comitê Organizador Rio-2016.

No texto, é questionada a necessidade do aumento do espaço no local para a Copa do Mundo, usando como argumento a diminuição da capacidade do Maracanã, e estudos de especialistas em engenharia que apontam que não há necessidade da derrubada para o aumento de vasão no estádio.

Segundo a CBDA, O protesto desta quinta terá funcionários da Superintendência de Esportes do Rio de Janeiro (SUDERJ), atletas, técnicos, o presidente da entidade Coaracy Nunes e o defensor André Odarcgy.

O defensor público federal André Ordacgy enviou uma representação ao Ministério do Esporte na última semana pedindo a intervenção da pasta para impedir a derrubada do Parque Aquático Júlio de Lamare e do Estádio de Atletismo Célio de Barros. A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) programou para esta quinta-feira, às 15h, uma manifestação contra a demolição dos equipamentos.

No documento, a história das sedes esportivas é usada como uma das justificativas para evitar o fim dos equipamentos. É dito também que as demolições irão afetar a preparação para a Olimpíada de 2016 e que trarão prejuízos para questões culturais e arquitetônicas.

Como argumento, o defensor destaca os investimentos feitos nos locais para o Pan de 2007 (R$ 10 milhões) e para este ciclo olímpico (como verba para compra de equipamentos), ressaltando que isso levaria a um prejuízo das verbas federais e que a derrubada agora não representaria o legado prometido na época.

Ele ainda faz uma comparação do país com Londres, que sediou os últimos Jogos e que disponibilizou 600 instalações esportivas para treinamentos de atletas estrangeiros, enquanto aqui foram anunciados 176 locais para treinos pelo Comitê Organizador Rio-2016.

No texto, é questionada a necessidade do aumento do espaço no local para a Copa do Mundo, usando como argumento a diminuição da capacidade do Maracanã, e estudos de especialistas em engenharia que apontam que não há necessidade da derrubada para o aumento de vasão no estádio.

Segundo a CBDA, O protesto desta quinta terá funcionários da Superintendência de Esportes do Rio de Janeiro (SUDERJ), atletas, técnicos, o presidente da entidade Coaracy Nunes e o defensor André Odarcgy.