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19/11/2014
14:02

Do Flamengo, oitavo colocado, ao Sport, que é 12º, cinco clubes fazem parte de uma zona morta do Campeonato Brasileiro, sem riscos reais de rebaixamento e nem números suficientes para sonhar com o G4. Estão nessa lista, além dos dois rubro-negros, o Santos, o Atlético-PR e o Goiás. Atual quinto colocado e com sonho de entrar no G4 ao fim da 35ª rodada do Brasileirão, o Corinthians enfrenta justamente o clube goiano nesta quarta-feira, às 21h, no Mangueirão. Daqui em diante, esse é o único compromisso do Timão diante de clubes dessa tal zona morta.

Mesmo sem ambições, os adversários são temidos pelo Corinthians. De acordo com o lateral-direito Fagner, a explicação mais óbvia é que os times jogam sem a responsabilidade da vitória e por isso têm mais paciência para criar e suportar a pressão do adversário.

- É complicado. Quando você não tem mais nada a almejar joga sem responsabilidade. Às vezes as coisas acontecem de uma forma mais natural, mas temos de saber dessa dificuldade para enfrentar um jogo duro lá. Para nós, fica a ideia de que é preciso propor o jogo, porque nossa responsabilidade é maior na competição. Mas tudo depende de como o jogo se desenvolver - disse Fagner em entrevista coletiva concedida ainda em São Paulo.

Após o Goiás, integrante da zona morta, o Corinthians completa o Brasileirão diante de três rivais duros. Primeiro, o Grêmio e o Fluminense, concorrentes diretos por uma vaga no G4, e por último o Criciúma, que hoje ocupa a última posição da tabela, mas pode já estar rebaixado na rodada final do Brasileirão. Para Fagner, a vaga na Libertadores é possível, mesmo diante de adversários tão complicados na reta final do Brasileirão.

- Sabemos que quando chega nessa reta final e o Corinthians está brigando é o momento de crescer e conquistar o que está almejando. Os jogadores que estão hoje no clube demonstram muita vontade, gostam de estar aqui, isso é importante. Não adianta só entrar em campo e achar que vai conquistar o resultado, a determinação de cada um é fundamental - disse o lateral corintiano.