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16/07/2013
16:08

Está decidido: a segunda partida da final da Libertadores acontecerá no Mineirão. Na tarde desta terça-feira, a Conmebol divulgou uma nota oficial para confirmar o Gigante da Pampulha como palco da segunda e decisiva partida do torneio continental. A entidade ainda apresentou as condições que permitem ao Olimpia jogar no Defensores del Chaco na noite desta quarta, sendo a principal delas a capacidade do estádio, de 40.759 pessoas.

Eugenio Figueredo enviou uma carta ao mandatário da CBF, José Maria Marin, justificando o veto ao Independência e a confirmação do Mineirão como estádio do segundo jogo, conforme a própria Conmebol havia antecipado. Na última semana, Alexandre Kalil, com o apoio de Marin, tentou reverter a opção da entidade sul-americana, mas não teve sucesso.

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Segundo o regulamento da Conmebol, os estádios das finais devem comportar um público mínimo de 40 mil pessoas. Os presidentes do Atlético-MG e da CBF alegaram que o Defensores del Chaco não comporta esse número, portanto, o Galo também poderia mandar sua partida em um estádio menor, caso do Independência.

Na carta respondida ao presidente da CBF, Figueredo cita que o estádio de Assunção tem uma capacidade de 40.759 pessoas, diferentemente do Independência, que comporta apenas 23 mil pessoas. Dessa forma, fica decidido que o Atlético-MG terá mesmo que mandar o segundo jogo da final no Mineirão, com capacidade aproximada de 65 mil pessoas.

Confira a carta de Eugenio Figueredo, presidente da Conmebol, na íntegra:

Caro Presidente e amigo,

Referimo-nos à sua carta de segunda, que menciona as finais da Copa Libertadores Bridgestone e os estádios que sediarão os encontros entre as equipes do Olimpia do Paraguai e do Atlético Mineiro, do Brasil.

A esse respeito, comunicamos que, segundo a informação que temos na CONMEBOL, solicitada à Associação Paraguaia de Futebol, o Estádio Chaco tem 40.759 lugares, discriminados corretamente, de acordo com a carta anexa a esta carta, adaptando-se, assim, para normas regulamentares para a partida final.

Notavelmente, o Estádio Defensores del Chaco já sediou festas da final desse torneio e das Eliminatórias da Copa do Mundo da FIFA.

Quanto ao porquê, a CONMEBOL decidiu que a segunda etapa será jogado no Estádio do Mineirão, não na Arena Independência, simplesmente porque o referido estádio atende aos requisitos regulatórios (Seção 9.4) como a capacidade para o jogo final (40.000 pessoas), em relação à menor capacidade do lndependência (23.000 pessoas).

Espero que possa entender que baseamos na posição institucional, esta regulamentação vigente, principalmente, para dar mais brilho e maior destaque ao evento mais importante da CONMEBOL.

Com a apreciação sempre,

Eugenio Figueredo,

Presidente.

Está decidido: a segunda partida da final da Libertadores acontecerá no Mineirão. Na tarde desta terça-feira, a Conmebol divulgou uma nota oficial para confirmar o Gigante da Pampulha como palco da segunda e decisiva partida do torneio continental. A entidade ainda apresentou as condições que permitem ao Olimpia jogar no Defensores del Chaco na noite desta quarta, sendo a principal delas a capacidade do estádio, de 40.759 pessoas.

Eugenio Figueredo enviou uma carta ao mandatário da CBF, José Maria Marin, justificando o veto ao Independência e a confirmação do Mineirão como estádio do segundo jogo, conforme a própria Conmebol havia antecipado. Na última semana, Alexandre Kalil, com o apoio de Marin, tentou reverter a opção da entidade sul-americana, mas não teve sucesso.

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Segundo o regulamento da Conmebol, os estádios das finais devem comportar um público mínimo de 40 mil pessoas. Os presidentes do Atlético-MG e da CBF alegaram que o Defensores del Chaco não comporta esse número, portanto, o Galo também poderia mandar sua partida em um estádio menor, caso do Independência.

Na carta respondida ao presidente da CBF, Figueredo cita que o estádio de Assunção tem uma capacidade de 40.759 pessoas, diferentemente do Independência, que comporta apenas 23 mil pessoas. Dessa forma, fica decidido que o Atlético-MG terá mesmo que mandar o segundo jogo da final no Mineirão, com capacidade aproximada de 65 mil pessoas.

Confira a carta de Eugenio Figueredo, presidente da Conmebol, na íntegra:

Caro Presidente e amigo,

Referimo-nos à sua carta de segunda, que menciona as finais da Copa Libertadores Bridgestone e os estádios que sediarão os encontros entre as equipes do Olimpia do Paraguai e do Atlético Mineiro, do Brasil.

A esse respeito, comunicamos que, segundo a informação que temos na CONMEBOL, solicitada à Associação Paraguaia de Futebol, o Estádio Chaco tem 40.759 lugares, discriminados corretamente, de acordo com a carta anexa a esta carta, adaptando-se, assim, para normas regulamentares para a partida final.

Notavelmente, o Estádio Defensores del Chaco já sediou festas da final desse torneio e das Eliminatórias da Copa do Mundo da FIFA.

Quanto ao porquê, a CONMEBOL decidiu que a segunda etapa será jogado no Estádio do Mineirão, não na Arena Independência, simplesmente porque o referido estádio atende aos requisitos regulatórios (Seção 9.4) como a capacidade para o jogo final (40.000 pessoas), em relação à menor capacidade do lndependência (23.000 pessoas).

Espero que possa entender que baseamos na posição institucional, esta regulamentação vigente, principalmente, para dar mais brilho e maior destaque ao evento mais importante da CONMEBOL.

Com a apreciação sempre,

Eugenio Figueredo,

Presidente.