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26/11/2014
18:29

Ídolo da torcida pontepretana e com mais de 56 jogos com a camisa da Ponte Preta, o meia-campista Renato Cajá é a arma alvinegra para levantar o primeiro título de toda a história do clube. Para se sagrar campeã da Série B, o time de Campinas precisa vencer e terá que torcer por um tropeço do Joinville para o Oeste.

Maestro na campanha do acesso de 2011, o armador caiu nas graças dos torcedores, quando acabou sendo peça fundamental no retorno à elite do futebol brasileiro daquele ano. De lá pra cá, o jogador passou por Kashima Antlers (Japão), Guangzhou Evergrande (China), Bursaspor (Turquia) e Vitória.

Neste ano, Cajá voltou a repetir o feito pela Ponte e comprovou que é "pé-quente" com o manto alvinegro. Foi o segundo acesso dele pela Macaca em três anos. O apoiador retornou no segundo semestre deste ano após o time chinês liberar o atleta por empréstimo até o fim desta temporada. Ele tem contrato com Guangzhou Evergrande até a metade do ano que vem.

Em entrevista ao site oficial do clube, o camisa 10 admitiu que a situação de levantar o caneco está difícil, porém se mostrou bastante confiante na conquista do Brasileiro da Segundona. Ele também acredita na derrota do líder Joinville ante o Rubrão e reforçou que o confronto contra o Náutico será o jogo da sua vida.

- Vamos para frente! Temos chance ainda. O time que entrar ali vai entrar para dar a vida. É o último jogo, ou é campeão ou não, depois não tem mais nada. Então vamos fazer nossa parte, tentar vencer essa última partida, passar a semana toda focados e sairmos de lá vencedores e quem sabe com o título nas nossas mãos - afirmou o pontepretano.

O jogador comentou a queda de rendimento da equipe e reiterou o duelo contra o Timbu será bem diferente do que vem sendo apresentado nas últimas partidas.

- Conseguimos nosso objetivo inicial de subir para Série A e vamos em frente nesse último jogo e sem olhar para trás. É decidir nesta última partida para ser campeão. Não é todo jogo que vou conseguir ter o mesmo rendimento, mas busco a regularidade. Busco a cada jogo ser bom no que posso fazer - finalizou.