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20/07/2013
07:00

A substituição de Ronaldinho contra o Olimpia, no primeiro jogo da final da Copa Libertadores de 2013, entre o Decano e o time do Atlético-MG, foi um capítulo à parte no tropeço brasileiro.

Aos 20 minutos do segundo tempo, R10 passou de apagado em campo para um jogador que começava a dar vexame no Defensores del
Chaco. Sumido, ele perdia todas as bolas que tentava armar para os colegas e chegou a tomar uma ‘caneta’ no meio de campo.

Tirar ele era algo que poderia ter acontecido bem antes da metade da etapa complementar. Mas, na saída, Cuca parecia ter evitado um olhar fundamental para confortar um craque que não fez o que se espera dele. Agora, há a preocupação de como estará a motivação, a parte psicológica do camisa 10 do Galo, que saiu do Paraguai por baixo.

A saída de campo foi fria e, ao mesmo tempo, preocupante para a torcida, que viu um R10 claramente irritado. Ele nunca havia sido sacado tão cedo de campo desde que chegou ao Galo e terá uma semana para aparar as arestas com Cuca, que explicou a medida tomada.

– Ele estava mal, não estava jogando bem e é um jogador como qualquer outro – justificou o treinador, logo após a derrota.


A substituição de Ronaldinho contra o Olimpia, no primeiro jogo da final da Copa Libertadores de 2013, entre o Decano e o time do Atlético-MG, foi um capítulo à parte no tropeço brasileiro.

Aos 20 minutos do segundo tempo, R10 passou de apagado em campo para um jogador que começava a dar vexame no Defensores del
Chaco. Sumido, ele perdia todas as bolas que tentava armar para os colegas e chegou a tomar uma ‘caneta’ no meio de campo.

Tirar ele era algo que poderia ter acontecido bem antes da metade da etapa complementar. Mas, na saída, Cuca parecia ter evitado um olhar fundamental para confortar um craque que não fez o que se espera dele. Agora, há a preocupação de como estará a motivação, a parte psicológica do camisa 10 do Galo, que saiu do Paraguai por baixo.

A saída de campo foi fria e, ao mesmo tempo, preocupante para a torcida, que viu um R10 claramente irritado. Ele nunca havia sido sacado tão cedo de campo desde que chegou ao Galo e terá uma semana para aparar as arestas com Cuca, que explicou a medida tomada.

– Ele estava mal, não estava jogando bem e é um jogador como qualquer outro – justificou o treinador, logo após a derrota.