icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
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30/07/2013
20:12

Impasses de todos os lados acabaram encerrando as conversas entre Espanyol (ESP) e Fluminense pelo atacante Samuel. Os espanhois alegaram que o Tricolor demorou para responder e por isso desistiram oficialmente de levar o atacante. Agora, o clube catalão, que mapeou outros nomes para reforçar o ataque, vai mirar seus esforços em outro jogador para a posição.

Em entrevista ao site Terra Espanha, o presidente do Espanyol, Joan Collet, confirmou que Samuel está fora dos planos do clube e que sua agremiação desistiu do negócio para defender os próprios interesses.

– Desistimos do Samuel para defender os interesses do Espanyol. Vamos procurar outro nome para a posição – afirmou Joan Collet, presidente do clube catalão.

Já pelos lados do Fluminense, o diretor executivo, Rodrigo Caetano, afirmou que a contraproposta feita pelo Tricolor aos catalães nunca foi respondida e por isso o negócio não avançou. O dirigente também não descartou uma outra negociação envolvendo Samuel, mas para o Espanyol, as conversas estão encerradas:

– Recebemos a primeira proposta e depois não veio mais nada. Como dissemos, Samuel segue no Fluminense. Se for negociado, será para outro clube, já que não teve uma contraproposta do Espanyol – explicou o diretor executivo, Rodrigo Caetano.


O impasse criado foi a forma como o clube catalão iria adquirir o atacante. Um grupo de investidores do Brasil, acenaram em pagar a parte a mais pedida pelo Fluminense para tirar o jogador do futebol brasileiro e levá-lo para a Espanha. Contudo, os investidores não aceitaram pagar os valores pedidos pelo Tricolor e negociação se encerrou sem a formalização da últiam oferta.

De início, o Espanyol, com ajuda dos mesmos investidores, ofereceu cerca de R$ 7,2 milhões pelo atacante, mas o Flu subiu a pedida os valores giraram em torno de R$ 11 milhões. Inicialmente, o clube espanhol se mostrou interessado em pagar estes valores, mas acabou desistindo do negócio.

Samuel tem os direitos econômicos fatiados entre Fluminense, São José, do Rio Grande do Sul, Unimed Participaçoes e o um grupo de investidores. O Tricolor é dono de um percentual de 50%, o São José e o grupo de investidores 20% cada, enquanto a Unipar detém apenas 10%.

Se o negócio fosse concretizado nos moldes que o Fluminense assinalou positivamente, o Tricolor levaria cerca de R$ 5,5 milhões com a negociação, valores que foram vistos com bons olhos pela diretoria, já que o clube vive uma grave crise financeira. Contudo, o medo de penhoras neste valor, também atrasariam um pouco o processo e o Tricolor acenava em receber seu montante apenas ao fim do ano, quando resolvesse por completo sua situação com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

Outro impasse criado, que incomodou os espanhois, foi a vontade do Fluminense em só liberar Samuel ao fim do ano, já que conta com o jogador como reserva imediato de Fred. O Espanyol queria o camisa 31 já nesta janela de transferências. O antigo treinador, Abel Braga, já tinha acenado negativamente com a liberação do jogador, mas sabendo do risco iminente do negócio ser concretizado, pediu a contratação do desconhecido Marcelinho, que estava no Oriente Médio, e foi anunciado oficialmente na última semana.

Impasses de todos os lados acabaram encerrando as conversas entre Espanyol (ESP) e Fluminense pelo atacante Samuel. Os espanhois alegaram que o Tricolor demorou para responder e por isso desistiram oficialmente de levar o atacante. Agora, o clube catalão, que mapeou outros nomes para reforçar o ataque, vai mirar seus esforços em outro jogador para a posição.

Em entrevista ao site Terra Espanha, o presidente do Espanyol, Joan Collet, confirmou que Samuel está fora dos planos do clube e que sua agremiação desistiu do negócio para defender os próprios interesses.

– Desistimos do Samuel para defender os interesses do Espanyol. Vamos procurar outro nome para a posição – afirmou Joan Collet, presidente do clube catalão.

Já pelos lados do Fluminense, o diretor executivo, Rodrigo Caetano, afirmou que a contraproposta feita pelo Tricolor aos catalães nunca foi respondida e por isso o negócio não avançou. O dirigente também não descartou uma outra negociação envolvendo Samuel, mas para o Espanyol, as conversas estão encerradas:

– Recebemos a primeira proposta e depois não veio mais nada. Como dissemos, Samuel segue no Fluminense. Se for negociado, será para outro clube, já que não teve uma contraproposta do Espanyol – explicou o diretor executivo, Rodrigo Caetano.


O impasse criado foi a forma como o clube catalão iria adquirir o atacante. Um grupo de investidores do Brasil, acenaram em pagar a parte a mais pedida pelo Fluminense para tirar o jogador do futebol brasileiro e levá-lo para a Espanha. Contudo, os investidores não aceitaram pagar os valores pedidos pelo Tricolor e negociação se encerrou sem a formalização da últiam oferta.

De início, o Espanyol, com ajuda dos mesmos investidores, ofereceu cerca de R$ 7,2 milhões pelo atacante, mas o Flu subiu a pedida os valores giraram em torno de R$ 11 milhões. Inicialmente, o clube espanhol se mostrou interessado em pagar estes valores, mas acabou desistindo do negócio.

Samuel tem os direitos econômicos fatiados entre Fluminense, São José, do Rio Grande do Sul, Unimed Participaçoes e o um grupo de investidores. O Tricolor é dono de um percentual de 50%, o São José e o grupo de investidores 20% cada, enquanto a Unipar detém apenas 10%.

Se o negócio fosse concretizado nos moldes que o Fluminense assinalou positivamente, o Tricolor levaria cerca de R$ 5,5 milhões com a negociação, valores que foram vistos com bons olhos pela diretoria, já que o clube vive uma grave crise financeira. Contudo, o medo de penhoras neste valor, também atrasariam um pouco o processo e o Tricolor acenava em receber seu montante apenas ao fim do ano, quando resolvesse por completo sua situação com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

Outro impasse criado, que incomodou os espanhois, foi a vontade do Fluminense em só liberar Samuel ao fim do ano, já que conta com o jogador como reserva imediato de Fred. O Espanyol queria o camisa 31 já nesta janela de transferências. O antigo treinador, Abel Braga, já tinha acenado negativamente com a liberação do jogador, mas sabendo do risco iminente do negócio ser concretizado, pediu a contratação do desconhecido Marcelinho, que estava no Oriente Médio, e foi anunciado oficialmente na última semana.