icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
25/07/2014
16:12

A diretoria jurídica da CBF divulgou um balanço sobre o trabalho de fiscalização feito durante o período da Copa do Mundo para evitar ocorrências de pirataria e marketing de emboscada com a Seleção Brasileira. Em uma planilha divulgada pela entidade constam 97 notificações de empresas que não entraram nos padrões da CBF, sendo que em cinco casos a história acabou parando na Justiça, com processos abertos no Tribunal de Justiça do Rio.

Através das outras 92 notificações extrajudiciais, a CBF conseguiu modificar ou tirar campanhas publicitárias do ar que tivessem referência à Seleção ou simplesmente à camisa amarela. Os cinco casos mais complexos envolveram Technos, Sil Fios e Cabos, Reserva, Johnson & Johnson e AS Confecções.

No caso da Technos, a CBF quis tirar do ar um anúncio com camisas editadas da Seleção. O juiz da 4ª Vara empresarial concedeu liminar a favor da CBF e em seguida as partes fizeram um acordo. O processo foi arquivado. Quanto à Sil Fil, houve o mesmo desfecho. Um acordo também está sendo discutido com a Reserva, que veiculou promoção para comercializar camisas que imitam a da Seleção. A CBF também tem liminar contra a AS, mas o processo segue pendente.

A briga mais ferrenha é com a Johnson & Johnson, patrocinadora da Copa-2014. Durante a Copa, uma liminar da 5ª Vara Empresarial fez com que a campanha fosse suspensa. Mas a decisão foi derrubada e a campanha voltou.

O LANCE! está entre as empresas notificadas pela CBF, por conta de uma promoção de camisas. O diário já contranotificou a entidade, por entender que a promoção em nada fere a lei.

Mas não foi só no Brasil que houve fiscalização. A LG do Peru também foi notificada pela CBF e retirou a campanha de circulação.