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21/11/2013
08:04

O acerto na renegociação contrato entre Grêmio e OAS foi celebrado.Comemorado em uma entrevista coletiva com as autoridades de duas partes. Mas, apesar disso, o novo acordo não foi assinado. Dos pontos que ainda estão sob análise estão a falta de 1,4 mil cadeiras destacadas em contrato, mas que o clube gaúcho não encontrou no estádio. E 1,8 mil pontos em que o indivíduo que comprou o lugar tem problemas para enxergar completamente o gramado em algumas circunstâncias.

A qualidade das cadeiras também está em discussão. Alguns assentos descoloriram desde a inauguração. Pelo curto período de tempo, o Grêmio espera um posicionamento para o que aconteceu com as que tiveram este problema e o que pode acontecer com o restante.

Pelo previsto em contrato, faltam 1,4 mil cadeiras, segundo a análise do clube gaúcho. O engenheiro civil Evandro Krebs foi quem comandou a equipe designada pelo presidente Fábio Koff para comandar a vistoria final após a conclusão das obras, último passo antes da troca de chaves entre clube e construtora do Estádio Olímpico.

Outro ponto questionado pelos tricolores são os 1,8 mil locais onde o torcedor não tem visualização completa do campo, em determinadas situações.

- Estamos na reta final, de definição, tentando buscar um consenso que ainda restaram algumas dúvidas, mas estão bem avançadas. Mais de 90% do processo concluído e definido. Com cronogramas em execução. São situações que ainda estamos debatendo e não estão esgotadas. Não dependem apenas da relação Grêmio e construtora OAS, também há os fornecedores envolvidos. É algo que estamos observando ensaios, análises, para ter uma posição definitiva. A construtora entende de uma maneira, e nos apresentou seus argumentos, e nós entendemos de outra. Estamos analisando e procurando uma definição conjunta - disse Krebs ao LANCE!Net.

O presidente Koff e seus técnicos e o superintendente da OAS Arenas, Carlos Eduardo Paes Barreto, estão em constante contato para tentar solucionar a situação. A troca de sede administrativa do Grêmio vai acontecer 90 dias após a assinatura do novo contrato. A implosão do Estádio Olímpico e consequente construção de prédios empresariais e residenciais na área depende da solução desta situação.