icons.title signature.placeholder Felipe Domingues
10/02/2015
10:12

Jogar no Brasil, mais especificamente no Ginásio do Ibirapuera (SP) traz boas lembranças a Thomaz Bellucci (63º). No ano passado, o brasileiro ajudou o país a derrotar a Espanha pela Copa Davis, vencendo seus dois jogos. Além do mais, chegou até a semi no Aberto do Brasil, torneio no qual estreia nesta terça-feira, contra o eslovaco Martin Klizan (38º), por volta das 21h30 (de Brasília).

- É sempre uma motivação jogar em São Paulo. Sou daqui, treino aqui, minha família vem me prestigiar, meus amigos... É sempre uma emoção diferente. Já dá um frio na barriga em saber que estou jogando dentro de casa, com a torcida. Mas nos últimos jogos que fiz aqui, admnistrei bem tudo isso, joguei com essa pressão a meu favor. Espero manter o nível - comentou.

De treinador novo, o capitão do Brasil na Davis, João Zwetsch, Bellucci mira retornar à melhor fase de sua carreira, justamente alcançada ao lado do técnico, em 2010, quando era o 21º no ranking da ATP. Coincidência? Não para o brasileiro.

- Não acredito em coincidência. Fiz um bom trabalho com o João, cheguei a 21º no ranking. Com outros treinadores cheguei perto, mas com ele fui mais longe. Espero ter uma boa temporada. Temos tudo para voltar entre os 50 nos primeiros torneios e brigar para baixar ainda mais nos torneios grandes - disse, antes de rasgar elogios à Zwetsch:

- O João me conhece muito bem. Mesmo nos anos que não trabalhamos juntos, ele estava comigo na Copa Davis, então é um cara que tem muita experiência. Ele amadureceu como treinador e tem muito a acrescentar na minha carreira. Já vi uma evolução.