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21/12/2013
05:19

Se o Raja Casablanca repetiu o feito do Mazembe ao eliminar um brasileiro e chegar em uma final do Mundial de Clubes da Fifa, sábado, às 17h30 (horário de Brasília), em Marrakesh, o Bayern de Munique, contra o algoz do Atlético-MG, se espelha na Inter de Milão para não dar chance à zebra e levar o título para a Europa.

Em 2010, o mundo da bola ficou boquiaberto com a descoberta do TP Mazembe, time da República Democrática do Congo que tirou o Internacional do torneio com uma vitória por 2 a 0, em partida válida pela semifinal, impedindo o sonho do bicampeonato colorado.

Na final, o segundo “milagre” não se perpetuou. Os africanos encontraram a Inter de Milão na decisão e não tiveram chance: foram derrotados por 3 a 0, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, mesmo com o clube italiano mal das pernas e próximo de uma troca no comando técnico.

O veterano zagueiro Lúcio, campeão pelo time nerazzurro naquele ano, já sabia em 2010 o segredo: não menosprezar os adversários.

– Não é bom, antes de uma competição importante, mostrar muita confiança. Todo cuidado é pouco. O Internacional prometeu levar a taça para Porto Alegre antes do Mundial. Foi uma lição. Não podem fazer isso. Nós tivemos respeito e caráter – observou o defensor brasileiro. Precavido, o Bayern de Munique já prometeu respeito ao Raja Casablanca em mais um duelo de Davi contra Golias.

Contra times de pouca expressão, os bávaros ainda não foram surpreendidos nesta temporada. Foram 21 triunfos e apenas um empate (contra o Freiburg, pela Bundesliga).

– Nós levamos o adversário muito a sério. O Casablanca está jogando pelo país e são tecnicamente muito bons – afirmou o capitão e lateral-esquerdo Lahm.