icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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25/07/2013
00:55

Alexandre Kalil é o presidente da maior conquista do Atlético-MG em sua história. A vitória nos pênaltis contra o Olimpia é o resultado de uma reestrutuação na montagem do time e quem motivou o começo dessa nova guinada foi o rival Cruzeiro, ao humilhar o Galo por 6 a 1 em 2011, na última rodada do Campeonato Brasileiro.

Kalil, que teve o nome  gritado pela Massa na festa no Mineirão, resolveu bater o pé mais forte do que nunca. Deu uma entrevista coletiva pós-goleada escrachando a equipe. Daquele momento em diante, o presidente jurou fazer do impossível o possível para o Galo deixar o jejum de quatro décadas sem título. 'Contratações pontuais'. Essa frase foi usada pelo presidente na virada de 2012 para 2013.

L!TV:

> Editor do L! analisa campanha vitoriosa do Galo na Liberta

E uma peça fundamental para isso foi Ronaldinho Gaúcho. Quando o Brasil virou as costas para o craque, após entrar em litígio dom o Flamengo, Kalil escutou o técnico Cuca e convenceu Assis e o camisa 10 a irem para Belo Horizonte. Em 2012, veio o vice-campenato, e Kalil se igualou ao pai Elias, que também alcançou o segundo lugar do Brasileiro, em 1980.

Agora, Alexandre é maior. Conseguiu algo que nenhum atleticano imaginava. E, até agora, nem imagina. Foi fácil encontrar na torcida do Galo, minutos depois do Olimpia desperdiçar o segundo pênalti, uma cara de incredulidade. A ficha vai demorar a cair. Mas a noite é longa e promete ser de muita festa em Belo Horizonte.

Veja os gols do Galo campeão da Libertadores 2013

Alexandre Kalil é o presidente da maior conquista do Atlético-MG em sua história. A vitória nos pênaltis contra o Olimpia é o resultado de uma reestrutuação na montagem do time e quem motivou o começo dessa nova guinada foi o rival Cruzeiro, ao humilhar o Galo por 6 a 1 em 2011, na última rodada do Campeonato Brasileiro.

Kalil, que teve o nome  gritado pela Massa na festa no Mineirão, resolveu bater o pé mais forte do que nunca. Deu uma entrevista coletiva pós-goleada escrachando a equipe. Daquele momento em diante, o presidente jurou fazer do impossível o possível para o Galo deixar o jejum de quatro décadas sem título. 'Contratações pontuais'. Essa frase foi usada pelo presidente na virada de 2012 para 2013.

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E uma peça fundamental para isso foi Ronaldinho Gaúcho. Quando o Brasil virou as costas para o craque, após entrar em litígio dom o Flamengo, Kalil escutou o técnico Cuca e convenceu Assis e o camisa 10 a irem para Belo Horizonte. Em 2012, veio o vice-campenato, e Kalil se igualou ao pai Elias, que também alcançou o segundo lugar do Brasileiro, em 1980.

Agora, Alexandre é maior. Conseguiu algo que nenhum atleticano imaginava. E, até agora, nem imagina. Foi fácil encontrar na torcida do Galo, minutos depois do Olimpia desperdiçar o segundo pênalti, uma cara de incredulidade. A ficha vai demorar a cair. Mas a noite é longa e promete ser de muita festa em Belo Horizonte.

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