icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
23/03/2014
14:37

Autor dos últimos gols do Juventude no Campeonato Gaúcho, inclusive do que garantiu a classificação para as fases finais da competição, o atacante Douglas Vieira, 26 anos, começou sua caminhada como titular em 2014 diante do Grêmio. Vai reencontrar o adversário neste domingo, às 16h, na Arena. A experiência sueca do jogador é esperança para que o time alviverdepossa contar com seus gols na decisão.

Douglas jogou no Kalmar, da Suécia, em 2010. Tinha 22 anos. Enfrentou a experiência de disputar uma Liga Europa pelo clube. Do tempo no Velho Continente, o atacante aprendeu a usar a força física. Algo que não acontecia nos tempos de Rio de Janeiro. A mesma característica pode ser vista no Gauchão, segundo ele. O que o ajudou a crescer.
 
- É muito bom de se viver lá, organização 100%. É um campeonato que sonhava jogar (Liga Europa), via sempre. Questões de meses eu estava lá jogando e entrando em campo. Quero voltar a jogar um campeonato desses. Soma muito para mim.  Melhorei posicionamento, o contato físico, principalmente nós jogadores do Rio que não é um campeonato de muito contato. É muito contato físico, isso foi fundamental para mim, muita força - comentou Douglas ao L!Net.

Sua maior utilização veio com a chegada de Roger. Mas no empate em 1 a 1 com o Grêmio, Douglas começou como titular pela primeira vez neste Gauchão. Desde então, assim tem sido na competição. Tem amigos no Tricolor: jogou com Bressan e Ramiro em sua primeira passagem pelo alviverde. O elenco todo do Juventude esteve ligado no jogo entre Grêmio e Newell's Old Boys (ARG). Observar o adversário das quartas era obrigatório. A postura gremista dentro da casa dos argentinos também vira inspiração para o Papo repetir na Arena.

- Para a equipe que quer alguma coisa, não temos esse pensamento de só se defender. Temos plenas convicções das dificuldades. Temos que atacar o adversário, mesmo com  o time grande do Grêmio. O Juventude tem jogadores capacitados para fazer isso. Vamos anular as coisas boas deles e depois atacar - alertou Douglas.

Desde que chegou, Roger tem três vitórias, dois empates e uma derrota. Encaminhou a situação do Juventude no Gauchão. Assumiu em 20 de fevereiro. O próprio elenco admite que o dedo do treinador é nítido: intensidade no jogo.

- A chegada do Roger veio em boa hora, é um baita cara. Já jogou e sabia bem o que a gente estava passando. Conseguiu dar a volta por cima, acrescentou os pontos que via que faltava. Principalmente intensidade da equipe, não tinha muito antes. Foi importante a chegada dele - destacou o atacante.