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29/07/2013
12:38


A confusão envolvendo torcedores do Grêmio e a Brigada Militar na Geral da Arena pode repercutir no Gre-Nal do próximo domingo. Isto porque, uma reunião nesta terça-feira entre o Comando do Policiamento da Capital (CPC) e o Batalhão de Operações Especiais (BOE) decidirá se o clássico de número 397 terá ou não torcida única.

Antes do início do duelo entre Grêmio e Fluminense, pela 11ª rodada do Brasileiro, torcedores e policiais trocaram socos e pontapés na Geral. A Brigada Militar já afirmou que será aberta uma investigação após a divulgação de um vídeo que mostra um torcedor de muleta, mais conhecido como Gaúcho da Geral, sendo agredido pelas costas por dois policias militares.

Em entrevista a Zero Hora, o major Francisco Vieira, subcomandante do Batalhão de Operações Especiais (BOE), explicou que nada justifica a atitude dos policias, mas reforçou que o Gaúcho é um velho frequentador do estádio e desde o Olímpico, se envolve em confusão na torcida.

- O Gaúcho sempre aparece nos jogos pulando. Desde a época do Olímpico. Ele se dependura e fica pulando. Nunca passou pela minha cabeça que ele tivesse um problema no joelho. Até então, o motivo da intervenção era de que ele estava usando uma muleta como mastro de bandeira. Ele nunca passou de muleta pela revista - explicou o major, ao jornal do Sul.

Na súmula da partida, o árbitro paulista Raphael Claus relatou que observou o incidente, mas recebeu a informação de que o responsável pelo tumulto havia sido detido pelo policiamento da Arena:

- Antes do início da partida e após adentrarmos ao campo de jogo, observamos um tumulto entre torcedores do Grêmio FBPA e a Brigada Militar na arquibancada norte. Fomos informados pelo responsável do policiamento (Sr. Tenente Pionner) que o responsável pelo início do tumulto foi retirado, identificado e detido, conforme boletim de ocorrência n° 222651 do Jecrim - relatou o árbitro.


A confusão envolvendo torcedores do Grêmio e a Brigada Militar na Geral da Arena pode repercutir no Gre-Nal do próximo domingo. Isto porque, uma reunião nesta terça-feira entre o Comando do Policiamento da Capital (CPC) e o Batalhão de Operações Especiais (BOE) decidirá se o clássico de número 397 terá ou não torcida única.

Antes do início do duelo entre Grêmio e Fluminense, pela 11ª rodada do Brasileiro, torcedores e policiais trocaram socos e pontapés na Geral. A Brigada Militar já afirmou que será aberta uma investigação após a divulgação de um vídeo que mostra um torcedor de muleta, mais conhecido como Gaúcho da Geral, sendo agredido pelas costas por dois policias militares.

Em entrevista a Zero Hora, o major Francisco Vieira, subcomandante do Batalhão de Operações Especiais (BOE), explicou que nada justifica a atitude dos policias, mas reforçou que o Gaúcho é um velho frequentador do estádio e desde o Olímpico, se envolve em confusão na torcida.

- O Gaúcho sempre aparece nos jogos pulando. Desde a época do Olímpico. Ele se dependura e fica pulando. Nunca passou pela minha cabeça que ele tivesse um problema no joelho. Até então, o motivo da intervenção era de que ele estava usando uma muleta como mastro de bandeira. Ele nunca passou de muleta pela revista - explicou o major, ao jornal do Sul.

Na súmula da partida, o árbitro paulista Raphael Claus relatou que observou o incidente, mas recebeu a informação de que o responsável pelo tumulto havia sido detido pelo policiamento da Arena:

- Antes do início da partida e após adentrarmos ao campo de jogo, observamos um tumulto entre torcedores do Grêmio FBPA e a Brigada Militar na arquibancada norte. Fomos informados pelo responsável do policiamento (Sr. Tenente Pionner) que o responsável pelo início do tumulto foi retirado, identificado e detido, conforme boletim de ocorrência n° 222651 do Jecrim - relatou o árbitro.